sábado, 10 de janeiro de 2015

Tutorial: colocando o gadget das curtidas



Recebi ontem uma mensagem de um leitor me perguntando como coloquei o gadget das curtidas (que vai embaixo de cada postagem). Eu ia respondê-lo por email, mas achei mais fácil de explicar visualmente. Então, fiz estas telas. É bem simples. :) Primeiro, vocês acessem o blogger, e vai aparecer essa primeira tela, aí de cima. Então, vocês clicam naquele ícone do meio, como indico em vermelho.


O segundo passo, é ir em "layout", como indico nesta segunda tela e, então, vocês vão em "editar"no retângulo das postagens do blog. 


Aí, vai aparecer essa telinha, e lá vocês devem encontrar essa linha de opções para marcar. Provavelmente vai estar com outro título ao invés do "E aí, gostou?". Vocês podem alterar aquilo conforme quiserem. E as opções também, ao lado em "editar".

E é isso. Super simples. Qualquer dúvida, podem me enviar um mensagem tanto pelos comentários aqui, quanto pelo formulário ali do lado. :)

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Anime: Psycho-Pass



Olá, para quem ainda lê o blog! :)

Faz tempo que eu queria trazer pra cá o PP, e hoje, finalmente, me forcei a escrever um comentário sobre ele. Cês já ouviram falar do Psycho-Pass, né? Se não, corram agora pra ver.

A sinopse é a seguinte: No futuro, uma incrível tecnologia consegue algo jamais imaginado pela sociedade: medir o estado de mente e como é a personalidade de alguém, sabendo exatamente o que ela pensa, deseja ou o que ela é capaz de fazer. Tal tecnologia ganha o nome de Psycho-Pass, que todas as informações conseguidas por ela é agora armazenada por organizações e pelo governo como forma de prevenir crimes. A história gira em torno do agente Shinya Kougami, que é encarregado justamente de todos os casos e crimes que o Psycho-Pass venha a descobrir.

Psycho Pass (PP) foi ilustrado pela maravilhosa Akira Amano, autora de Katekyoshi Hitman Reborn (que eu a.do.ro!), que participa do projeto desenvolvendo o cenário e character design dos personagens. A história, no entanto, foi desenvolvida por Gen Urobochi, que escreveu o roteiro de Madoka Magica entre outras séries mais adultas.



Bom, PP se desenrola em um mundo distópico (essa palavra parece estar na moda, como o "eclético" já foi ¬¬)! Para quem não sabe, as distopias ocorrem quando há um elemento opressivo que controla a sociedade, e ela, talvez pela opressão, se torna tão passível perante a corrupção, quanto capazes de cometer corrupção. Consequentemente, "a tecnologia é usada como ferramenta de controle, seja do Estado, seja de instituições ou mesmo de corporações". (Wikipedia)

Psycho Pass foi lançado apenas como série para televisão (não há mangás dele), e já possui duas temporadas lançadas (a primeira com 22 episódios, a segunda com 11). Com ótima animação e trilha sonora, ele vem conquistando cada vez mais fãs, e agora, dia 9/01/15, sairá nos cinemas japoneses o primeiro filme. *_*

Resumindo, a história parte do princípio de que "todos são inocentes até que se prove o contrário". Assim, o julgamento é dado por um sistema que analisa o estado mental das pessoas e as categoriza como "potenciais criminosos" ou não. Esse sistema, que leva o nome de "Sibil", também calcula uma probabilidade de "cura" ( no qual é tratada como uma terapia), de recuperação mental desses indivíduos. Caso essas pessoas sejam classificadas como irrecuperáveis, sua sentença pode ser a prisão ou a morte, mesmo que não tenham cometido crime nenhum. Algo bastante opressivo, diga-se de passagem, né? Como auxílio em suas investigações, a polícia usa um grupo de prisioneiros "especiais", chamados "Executores", para ajudá-los a capturar ou matar esses indivíduos "não mais necessários". Para tal, utilizam uma arma especial, chamado de Dominats, ou "Os olhos da Sibil".



Como personagem principal, Akane Tsunemori, protagonista feminina, é uma inspetora novata, que recém entra para o time de policiais por suas notas excelentes, e vai trabalhar junto com Ginoza (outro inspetor). Ela, como esperado, é uma protagonista meio mosca morta, boazinha, inexperiente, mas que com o desenvolver dos episódios, principalmente na segunda temporada, se mostra super fodona. Ela não acredita que existam pessoas irrecuperáveis e, por isso, vai contra as regras e ainda tenta provar que o sistema Sibil não é perfeito.



Recomendo o anime por ele levantar questões importantes, como: será que a tecnologia, algum dia, será capaz de chegar à perfeição? Será que somos tão simples a ponto de nos encaixar em mecanismos automático? Sem falar que a ideia de que o estresse como causador dos nossos problemas de segurança, apesar de a teoria ser interessante, e até certo ponto fazer algum sentido, é bastante questionável. É bem justificável dizer que o estresse pode nos induzir a cometer algumas loucuras (como neste caso, em que uma professora estressada resolveu furtar uma loja só para ser presa, para poder ter alguma paz). Mas o problema é muito mais profundo e complexo do que isso. Pelo menos, no nosso país. Talvez no Japão, em que as diferenças de classes sociais não sejam tão gritantes quanto no Brasil (e não me refiro apenas à questões financeiras, como culturais, de educação, também), isso possa ser real, mas não na nossa sociedade brasileira, né.

Além disso, Psycho Pass é um anime adulto, com fortes cenas de violência (prato cheio para quem gosta de ver sangue). A animação é ótima, além da boa trilha sonora. Sem falar que o Kagami é um totoso *_* apesar de ser uma cópia do Hibari *_*.
Minha única reclamação é com relação aos personagens, que não foram muito bem desenvolvidos, mas isso talvez seja pelo curto tempo. A única que recebeu mais atenção, nesse sentido, foi a Akane mesmo.




Enfim, voltando para a questão do filme, a japantoday postou uma noticia bem legal sobre a divulgação do filme (o poster é a última imagem — amei, diga-se de passagem, esse visual mais durão da Akane — aí debaixo).

Com o filme, a Fuji TV e seu programa de anime "Noitamina" criaram um evento de publicidade bastante engenhoso. Eles pensaram: "Por que esperar até 2112 para ter seu índice de Psico-Pass quando você pode simplesmente ir para a estação de Shinjuku na próxima semana?" Mas cuidado, se a sua leitura de estado mental estiver meio nebulosa ou seu coeficiente criminal for muito alto, você pode ser eliminado. Ou seja, eles conseguiram criar um painel numa estação de metrô que mostrasse o seu psycho pass. O display é composto por dezesseis telas de 60 polegadas com sensores de movimento e câmeras de alta definição. Quando você anda até a tela, o sistema, operando em Microsoft Kinetic V2, exibirá seu perfil Psycho-Pass com seu rosto atual como a imagem de uma ID.



O sistema irá também "determinar" a cor de estado mental e crime-coeficiente. Se a leitura estiver turva ou muito alta (mais de 100), um dos personagens do anime sairá (na tela) com o seu Dominator (a arma especializada que trabalha com o sistema Sibila para determinar se o suspeito é um criminoso latente ou não), e se for criminoso latente, vai permitir que o usuário o mate com uma das três configurações de explosão electro-magnético, que determina quão perigoso o suspeito é..

Infelizmente, o site não explica o que exatamente é essa explosão, mas, com certeza, não passa de uma brincadeirinha. Eu queria poder passar lar *_*


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Pinóquio japonês


Amanhã é meu último dia de prova de vestibular o/, e para dar uma relaxadinha entre as leituras exaustivas de história (história do Brasil, ditadura militar, era vargas, guerra fria, segunda guerra, primeira guerra, e por aí vai a maravilha...), navego por alguns minutinhos na internet, porque ninguém é de ferro. E, então, eis que me deparo com esta "relíquia".

Quem nunca ouviu falar na história do menino que, quando mentia, seu nariz crescia? Pois é, parece que os Japoneses gostaram da história e resolveram criar uma versão. Até aí, tudo bem, né? Bom, estaria, se eles tivessem mantido o esquema do nariz que cresce. Por que, na versão deles, o que cresce, na verdade...bem, sim, é aquilo. O.o

Na página da weirdasianews, eles dizem que não é uma versão para ser lida para crianças, embora as ilustrações são, claramente, infantis. Como eu não entendo bulhufas de Kanjis, não sei dizer de que modo a história foi reescrita para fazer julgamentos a esse respeito. De fato, é uma versão que pode ser qualificada como, no mínimo, estranha, mas acredito que dependendo do modo como é contada, e do vocabulário utilizado, seria inofensivo. :) De qualquer forma, resolvi trazer esta relíquia para cá porque, né, vocês sabem que eu gosto de esquisitices. xD



segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Let it Go com 25 personagens da Disney



Vocês sabem que sou fã da Disney, tanto quanto das animações japonesas, né? Pois então, esses dias encontrei essa japinha que, por acaso, é louca pela Disney também. Na página do seu canal do youtube, ela se identifica como Vell. É cantora, e grava seus vídeos no seu quarto. Neste, ela encarna 25 personagens, cantando a música tema do filme Frozen. :) Além de cantar super bem, ela mostra ótima habilidade com maquiagem e interpretação. T__T

sábado, 3 de janeiro de 2015

Pagode Japonês



Gente... Mas gente!!!! IAUEHAUIEHAUIEHAUIEA  não sei se choro ou se rio!!!! Alguém me explica essa letra?! "gatinha, me da uma chance pra este lixo maravilhoso". Poesia pura!!!
sóquenão.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Filme: Crash - no Limite



Olá, para quem ainda lê isso aqui! :D

No primeiro post do ano, vou recomendar a vocês este filme sensacional. Descobri ele pela recomendação de leitura do meu livro do cursinho pré-vestibular, por mostrar a situação atual dos EUA com relação às classes sociais, mas só o vi hoje,.

A sinopse é a seguinte: Jean Cabot (Sandra Bullock) é a rica e mimada esposa de um promotor, em uma cidade ao sul da Califórnia. Ela tem seu carro de luxo roubado por dois assaltantes negros. O roubo culmina num acidente que acaba por aproximar habitantes de diversas origens étnicas e classes sociais de Los Angeles: um veterano policial racista, um detetive negro e seu irmão traficante de drogas, um bem-sucedido diretor de cinema e sua esposa, e um imigrante iraniano e sua filha.

De acordo com o Wikipedia, o filme estreou no Festival de Cinema de Toronto em setembro de 2004 e foi lançado internacionalmente em 2005. O filme fala preconceito em vários segmentos e trata sobre tensões raciais e sociais em Los Angeles.

"" Em Los Angeles ninguém te toca. Estamos sempre atrás do metal e do vidro. Acho que sentimos tanta falta desse toque, que batemos uns nos outros só para sentir alguma coisa. " (Frase de Crash). Partindo de tal premissa, Crash é um filme que demonstra o retrato de uma sociedade marcada pelo preconceito. Este, no entanto, não é refletido na ingênua fórmula preto-branco, mas antes é demonstrado como uma realidade multicolorida e complexa: negros, brancos, muçulmanos,latinos, pobres, ricos .. Tudo começa a partir do roubo de um carro de uma mulher rica. A partir de então uma série de incidentes acabar por aproximar habitantes de diversas origens étnicas e classes sociais de Los Angeles: um veterano policial racista e seu jovem parceiro passivo em relação as suas atitudes; um detetive negro e seu irmão traficante de carros roubados; um bem-sucedido diretor de cinema negro que finge ser budista para não ter exposto sua origem afro-descendente; um imigrante persa que possui um pequeno comércio que vive sendo assaltado; um trabalhador latino que luta para sustentar sua família.. Todos estão lá como peões num intrigado tabuleiro de emoções que afloram conforme eles se encontram, ou melhor, se esbarram no acaso da vida do dia-a-dia. Nesses encontros, os personagens tomam consciência de quem realmente são e a maneira como conduzem suas vidas, muitas vezes patéticas. O sentimento que serve de fio condutor é o racismo presente nos EUA e América do Norte" (Wikipedia)
Esse trecho do Wikipedia descreve bem o que o filme passa, por isso o coloco aqui. É um filme que nos faz refletir, nos faz questionar o mundo em que vivemos. E engraçado que enquanto eu via às cenas, me lembrava deste post antigo que escrevi, porque nele exponho exatamente o que o filme mostra. É gente que sofre com o preconceito e que pratica o preconceito, sem se darem conta do que estão fazendo. No fundo, somos todos vítima de uma sociedade doente, somos vítimas de um sistema complexo de problemas que nos envolve sem nem percebemos. Porque o policial com um pouco de ética e moral, acha que não é preconceituoso por ajudar os negros, mas não percebe que o preconceito já está enraizado em seu consciente de maneira muito mais profunda do que ele percebe. E o contrário também é valido. Tem aquele que é preconceituoso e não nega, que é um babaca, mas não necessariamente seria vilão por isso, porque ele tem moral suficiente para salvar um ser humano. E esses são retratos exatos de pessoas que conheço. 

Eu diria que o preconceito está, fundamentalmente, no olhar. Aliás, o caráter da pessoa está no olhar, bem como aquele ditado, cuja origem desconheço, diz: "os olhos são a janela para a alma". Não importa que palavras você diz, ou o que faz, é o seu modo de olhar para as pessoas, para as situações que determina tudo. E digo "olhar" no sentido amplo da palavra. No sentido de compreender, analisar, lidar com as coisas. E é complicado apontar o dedo para quem tem culpa pelo quê, já que todos queremos a mesma coisa — queremos ser bons, queremos simplesmente ser felizes. No fundo, somos todos culpados e vítimas, ao mesmo tempo. E cada um tenta alcançar seus objetivos com o que tem ao seu alcance, ao seu modo...

Há uma cena no filme em que um outro detetive (o filme não deixa claro o papel do personagem do William Fichtner) questiona o detetive negro sobre seu irmão traficante, mais ou menos assim:
"e o seu irmão, que teve as mesmas chances que você, mas seguiu por outro caminho?" Ele compara o detetive bem sucedido com seu irmão delinquente.

As pessoas adoram dar essa desculpa, sobre chances, mas esquecem de um detalhe muito importante que determina o futuro das pessoas, e que deveriam ser levadas em consideração antes de serem julgadas (e é exatamente o que os Direitos Humanos faz, mas muita gente não compreende - e ao invés de tentarem entendê-los, acham mais fácil negá-lo). Não só a educação que o indivíduo teve, como todas as suas experiências como criança e adolescente, todas as relações pessoais e intrapessoais (sua relações com amigo, vizinhos, familiares, e sua própria relação consigo mesmo) determinam o caráter do indivíduo. Não importa se dois irmãos nasceram numa mesma família e tiveram as mesmas chances. Não importa se um se deu bem na vida. O outro não deve ser incumbido à obrigação de ser igual ao outro, porque ele não é a mesma pessoa! Eles não tiveram as mesma experiências e vivências! Eles não viram as mesmas coisas, não conversaram com as mesmas pessoas, e, consequentemente, não pensaram as mesmas coisas! O ser humano é um bicho muito mais complexo do que isso.

O subslogan é bastante apropriado. "Até que ponto você se conhece." por que, no fundo, ele nos faz refletir sobre, afinal, quem somos. Será que somos assim, tão hipócritas e não percebemos? Será que somos vítimas de algo, sem perceber?

O filme me lembrou outra coisa, também. Outro dia, eu estava conversando com um conhecido sobre o preconceito. Ele é branco, estuda em faculdade particular e trabalha. E me questionou porque tem gente que leva tanto a sério o preconceito racial, mais especificamente contra os negros, se os negros de hoje em dia não foram os negros que sofreram com a escravidão do passado. Para ele, não fazia sentido incriminar alguém que tivesse praticado a injúria (no sentido de maldade mesmo) contra um negro hoje em dia, porque seria o mesmo que um negro chegar para um branco e xingá-lo de branco. Como se um negro que xinga um branco fosse preconceito também. Confesso que já me questionei sobre isso também, e sei que esse pensamento já se passou pela cabeça de qualquer um que tenha parado para pensar um pouco sobre as coisas. E o filme nos dá a resposta de maneira bem clara e objetiva.

Ora, porque eles sofrem até hoje a opressão que seus antepassados sofreram. Por que eles são vítimas do descaso que os brancos cometeram com eles no passado, e que perpetua até hoje. E querer reverter o preconceito, dizendo que xingar um branco de branco é preconceito, é uma enorme falácia. Não podemos esquecer o que preconceito, para que ele seja considerado preconceito, deve se enquadrar uma condição primária: o da opressão. Quando foi que os brancos, alguma vez, sofreram opressão pelos negros? Quantos brancos morrem por simplesmente serem brancos? Quantos brancos foram chutados, chicoteados, humilhados e oprimidos, por simplesmente terem nascido, sem a chance de terem escolhido (e ainda se orgulham disso como se fosse uma conquista! tsc, tsc), com a cor de pele branca?

Eis a resposta para qualquer um que se pergunte o mesmo.

Mais para o final do filme, há um cena muito boa em que um negro delinquente rouba uma van cheia de imigrantes asiáticos. Os asiáticos tinham sido vendidos, provavelmente por algum dono de alguma fábrica, para trabalharem em condições precárias, quase escravistas — o que, infelizmente, ainda acontece nos dias de hoje, e não só nos EUA, como aqui no Brasil também. O delinquente, com sua cota de crimes e delitos, resolve fazer uma boa ação e os libertam. E então, tem a cena em que eles saem "livres" da van. Livres entre aspas mesmo, porque se tornariam escravos da sociedade preconceituosa, escravos da fatalidade. Bem como aconteceram com os negros quando foram libertados de sua condição de escravos. Por que quando acabou a escravidão negra, havia nada que desse garantias aos ex-escravos, os quais ficaram sem trabalho, sem moradias, e jogados à própria sorte, sendo considerados cidadãos de classe baixa. :\ Achei a cena excelente, justamente por mostrar o negro, sem a consciência de que estava fazendo o mesmo que fizeram com eles (os negros), achando que estava ajudando aos asiáticos. É uma bola de neve infinita, entre um que ajuda dois e prejudica três, sem perceber — o que demonstra o quão complexo é o ser humano.

Enfim, achei o filme maravilhoso, desde o inicio, desde a primeira cena, ao fim! Me fez pensar como o homem é mau por natureza (a cada notícia ruim que vejo, me convenço disso), mas por sermos tão complexos e racionais, acredito que ainda temos chance de viver num mundo melhor. Isso ainda está muito longe de acontecer, ainda há muito pelo que lutar e pensar, mas um dia...

O que mais? Ele ganhou Oscar de melhor filme, bem merecido. Eu diria que outro ponto positivo para ele é o modo como a história é contada. Adoro esses filmes que mostram uma gama de personagens diferentes, aparentemente sem nada em comum, mas que aos poucos vão se unindo, se tornando comum a uma causa, a um fato, como esse filme fez. Há outro filme assim que vou recomendar depois, que o assisti esses dias. Assistam ele!!! "Não percam Crash, sob nenhum pretexto!" :)
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...