quinta-feira, 29 de maio de 2014

Uso da crase






























Achei essa superdica da página do Língua Portuguesa (no facebook, como podem ver a marca d'água na imagem), e resolvi compartilhar aqui também, por que sei que muita gente se complica com ela também. Confesso que o uso da crase continua sendo um bichinho danado pra mim, mas aos poucos vou pegando as regras. :)

Tema e enredo




Comecei a estudar um pouco mais sobre esse assunto na faculdade, e resolvi trazer para cá algumas dessas descobertas. Embora nem tudo seja novidade, talvez sirva para quem não saiba...

Enfim, vocês sabem dizer, com segurança total, qual a diferença entre tema e enredo?

Bom, o enredo é o conjunto dos fatos narrados, são as ações, os fatos que surgem na estória. E o enredo apresenta aquela velha regrinha de redação do qual estamos acostumados a ouvir nos cursinhos de vestibular: o início, meio e fim (lembram?). Dentro disto, então, se encontram o conflito, o clímax e o desfecho da trama. No conflito está a parte crucial, o elemento que deve prender a atenção do leitor e guiá-lo até o seu climax — aquele momento de tensão extrema, onde tudo pode acontecer. E, então, chegaremos ao desfecho, ou seja, o encerramento. Claro que nos casos dos romances (ou mesmo filmes), podem haver mais de um climax, mais de um conflito. ;) Portanto, podemos dizer que o enredo apresenta elementos concretos, que representam coisas, ações e qualidades encontradas no mundo real, por que, de novo, o enredo são as ações, os fatos que acontecem dentro da estória.

Já o tema é algo mais abstrato, podendo ser encontrado em qualquer narrativa, mas é expresso por palavras ou expressões que não correspondem a algo existente no mundo real e, sim, por palavras que expressam a realidade percebida pelos sentidos. Ou seja, o tema é passível à interpretação do leitor (mas vejam bem! Com isso, eu não estou dizendo que o tema pode ser qualquer coisa. Claro que não! Ele deve ter relação e algum sentido com a história). Por exemplo, quando dizemos que um filme aborda problemas da sociedade, estamos falando de seu tema. Portanto, muito provavelmente, esse mesmo filme apresenta um enredo (um conjunto de fatos e ações) para expressar este tema. Além disso, assim como acontece com o enredo, uma estória pode conter mais de um tema, também. :)

Fonte: Klickeducacao

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Contos de fadas que se relacionam

Não sei se é verdade, mas seria legal se fosse. Vou traduzir para vocês (contém spoilers do filme Frozen, caso se importem, não leiam):

1- Ana e Elsa são primas da Rapunzel.
2- Os pais da Ana e da Elsa estavam a caminho do casamento da Rapunzel, quando embarcaram naquele navio, que logo afundou no filme.
3- E é os pedaços desse navio que a Ariel vê no início do filme A Pequena Sereia.
4- Mas os pais das duas não morreram. Ficaram presos numa ilha, e deram a luz a uma menino chamado Tarzan (que, ou seja, é irmão da Ana e Elsa). Eles morrem mais tarde, por um gato selvagem.

Legal, né? *_* Mas não encontrei nenhuma informação que confirme essa relação... :(
Essa imagem foi postada no 9gag.

Musica # 48



Acho que até quem não é fã do Iron Maiden vai curtir as gêmeas (ou seria, até quem é fã? uaheia)! Achei muito legal a performance delas nessa versão do Fear of the Dark, com arpas *_*. Só não curti essas olhadinhas que elas ficam dando o tempo todo uma pra outra, feito duas esclerosadas..¬¬ mas enfim, vale a pena ver o vídeo. :)

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Aviso sobre a fic que postei aqui, entre outras coisas

Gente, essa fic se baseia num sonho maluco que eu tive (depois eu conto como ele foi!), e o nome do modelo é esse mesmo (Tomek Szczukiecki), junto com as suas fotos. Mas esta é uma história fictícia, e blablabla, nada disso aconteceu, e eu sequer conheço o rapaz de vista. Infelizmente. Mas enfim, por questões legais, me senti na obrigação de vir aqui dizer isso... Era algo que eu precisava tirar da minha cabeça.. Aceito críticas, sugestões, xingamentos, e etc... :) Lembrando que não pretendo deixar nenhuma das minhas fics sem fim T__T continuo trabalhando em todas elas! (estou ficando louca, mas tudo bem...)...

Terminei meu curso de pós-graduação, estou muito feliz com isso, mas continuo atarefada com a faculdade, entre outras coisas, mas aos poucos vou me colocando nos eixos. Sobre o livro da Incógnita, logo mais vocês terão mais noticias! :) E, enfim, é isso aí. :)

Improváveis

Era muito improvável que ficássemos juntos, por que ele era um top model, dos mais requisitados do mercado, enquanto eu era apenas uma maquiadora qualquer, uma estagiária em processo de aprendizado. Eu era praticamente uma criatura mundana, enquanto ele era um dos grandes Deuses da moda.
Mas jamais me esquecerei daquele dia.
Eu estava nervosa, e mal conseguia focar meus pés no chão. Se me perguntassem, provavelmente diria que nem estava respirando!

Aquela seria a primeira vez que trabalharia oficialmente como auxiliar de uma das maiores estilistas do mundo no evento do ano, que ocorreria na Europa, mais precisamente em Milão. E eu estava lá, no meio daquela agitação, nos bastidores. O desfile das peças estava programado para começar às oito horas da noite, mas o pessoal da organização havia sido convocado para iniciar os preparativos às dez horas da manhã. Desde cedo, eu zanzava de um lado para o outro, entre outras pessoas, carregando caixas, sacolas e pacotes. Os patrocinadores do evento nos ofereceram almoço no local, e havia jarras e mais jarras de café e lanches, de modo que, até aí, tudo parecia se encaminhar direitinho.

Tudo ocorria relativamente bem, até o local ficar atulhado de gente com a chegada dos modelos. O desfile era de moda masculina, portanto, de repente, o salão estava cheio de rapazes sem camisa, alguns até mesmo apenas de cuecas.  Rapazes entre dezoito e vinte e sete anos de idade, vindos de quase todos os cantos do mundo. Além deles, é claro, havia também os cabelereiros e seus assistentes andando de um lado para o outro, enquanto cadeiras giravam, com gente maquiando alguns modelos, e outras pessoas que distribuíam o que cada um deles deveria vestir. A estilista era toda sorrisos, forçando a simpatia que os anos de carreira haviam lhe tomado, mas de vez em quando se ouvia algum insulto vindo dela.

— Mas quem foi a anta que te deu isto para vestir, menino? — perguntava ela, meio nervosa, olhando para a péssima combinação que alguém havia feito — E quem foi o sem noção que lhe deu este sapato para calçar?

Foi então que ela resolveu meter a mão na massa. E como eu fui a idiota a se meter a passar na frente dela, naquele momento, ela resolveu me usar de mascote para seguir suas ordens, assim, de repente, como se eu não tivesse outras tarefas a fazer — como checar a lista de nomes dos modelos, e relacionar com os que estavam presentes com os que não estavam — para enviar a lista dos ausentes para outra pessoa que se encarregaria do cancelamento de contrato com a agência do modelo (além de outras trilhões de tarefas, é claro).

— Eu vou lhe dizendo qual é a peça que eu quero, e vou apontando para qual modelo você deve entregar, está prestando atenção? — ela me disse. Eu parei ali, no meio do salão, com uma prancheta na mão. Uma colega, rapidamente, se apressou a toma-la de mim para fazer a minha parte, já que, de repente, os papéis haviam sido trocados.
— Ok...  — respondi, meio zonza.

Os rapazes eram legais, e se divertiam com as roupas, faziam piadas, conversavam animadamente e, é claro, eram muito bem tratados pela estilista. O restante do pessoal, pelo contrário, era visto como ratos de esgoto. Mas todos eles pareciam não se incomodar com isso, já muito bem acostumados. 

Então, comecei a me estressar com aquela correria, entre o nervosismo e o medo de errar, além de me inconformar com a falta de amor próprio dos outros funcionários. Sem falar que ela, muito gentilmente, me dizia o nome do candidato a vestir tal peça (pois a estilista tinha uma lista com os nomes, que vinha junto com uma foto 3x4 e uma listinha de informações — tais como o peso, altura, etnia, cor dos olhos, do cabelo — de cada um deles, para poder fazer a combinação das peças), e lá ia eu correndo entre aquele monte de gente, berrando o nome do indivíduo para lhe entregar a roupa, e voltar correndo para ver quem seria o próximo da fila. Ao ver que eu não daria conta do serviço à tempo, outra menina foi “convocada” para o árduo trabalho de me auxiliar.

Enfim, o ponto em que realmente quero chegar, é no momento em que numa dessas corridas, entre um rapaz e outro, tropecei numa caixa que havia sido esquecida no meio do caminho (por que eu estava muito mais preocupada em encontrar a pessoa, do que com coisas que não deveriam ter sido esquecidas no chão, se é que me entende), e derrubei a sacola com as peças de roupas do modelo seguinte.

— Mas que merda! — praguejei, irritada. É importante deixar claro que eu sou brasileira, de modo que o palavrão saiu em bom português mesmo, com aquele sotaque carioca.

De repente, havia uma mão na minha frente, juntando as peças que haviam se espelhados pelo chão, e num bom e sonoro inglês, me perguntou se eu havia me machucando.

— Não, eu estou bem. — então, preocupada com a minha tarefa, nem me prestei a olhar para a cara do rapaz, e fui berrando pelo nome do modelo a quem eu deveria fazer a entrega das roupas. — Tomek Scukieki! Estou procurando pelo Tomek Scukieki, alguém viu ele?!
— Tomek Szczukiecki , sou eu mesmo, moça... — disse o rapaz a minha frente.

Só então me vi obrigada a olhar para a cara dele. Com um sorriso torto, no canto dos lábios roxos, fui pega de surpresa pela cor dos seus olhos, a palidez da sua pele e a magreza do seu rosto. Ele não tinha aquela beleza que se espera quando se fala em modelos — geralmente, além de se esperar que o cara seja alto, musculoso e esbelto, imagina-se automaticamente que ele tenha o rosto perfeito, másculo, e exale virilidade, não é mesmo? Pois bem, ele não era assim. Sua beleza era diferente, marcada por aquele contraste entre a sua pele sem cor, pelos olhos num tom azul transparente e o rosto fino, ligeiramente afeminado, com o plus dos cabelos loiros lisos e compridos.

Mas para me tirar daquele estranho feitiço, bastou ouvir a voz da estilista me chamar aos berros.

— Cadê aquela baixinha, que ainda não voltou?

Empurrei a sacola com as roupas para ele, e lhe dei as costas, correndo para o modelo seguinte. Todo mundo estava naquela correria, às pressas. E depois de entregar todas as roupas, eu já havia sido escalada para ajudar a ajudante de um dos maquiadores. Era tanta pressa, que mal dava para pedir por uns cinco minutinhos de descanso para ir ao banheiro, ou tomar um copo de café para repor as energias. Eram tantos rostos andando de um lado para o outro, que havia me esquecido daquele rapaz, até me chamarem para passar um pó de arroz no modelo que faria a abertura do desfile com a estilista.

Minhas mãos e pernas estremeceram, ao pensar na responsabilidade que eu teria ao maquiar o primeiro rapaz a se apresentar no evento. Na verdade, aquilo não era tão importante quanto pensava que seria, por que não há mistérios no pó de arroz, que já haviam me entregado no tom de pele correspondente à pele do modelo. Mas naquele momento, achei que o chão havia desaparecido, ao pensar que a responsabilidade de deixa-lo impecável fosse minha. Eu estava tão nervosa, que nem havia reparado no rosto dele, até ele falar comigo.

— Eu sempre digo isso para os meus amigos: garotas atrapalhadas e nervosas, são preciosas.

Como eu estava tentando me concentrar no pó de arroz que espalhava no rosto dele, não me atinei no que ele havia dito, de modo que continuei com o serviço sem dizer nada.

— Mas não me entenda mal, com isso, não estou querendo dar em cima de você, como se estivesse flertando, ou qualquer coisa parecida, ok?
— Uhum.
— Apenas estou a fazer um comentário qualquer, por que é difícil encontrar garotas assim nesses eventos. Ou em qualquer parte do mundo.
— É mesmo. Vire o rosto um pouco para a esquerda, por favor.


Obedientemente, ele virou o rosto, para que eu pudesse aplicar o pó em sua face, e continuou a tagarelar.

— Eu acho pessoas como você, muito divertidas. Diferentemente dessa gente toda aqui, muito séria, preocupada em causar uma boa impressão. Por que vejo claramente que você não está nervosa — e desta vez, percebi  o tom de sarcasmo dele (por que a minha mão tremia freneticamente), e por isso me dei ao trabalho de olhar para ele, me perguntando aonde ele queria chegar com toda aquela enrolação — Ah! — de repente, ele diz — Já estava começando a achar que teria que imitar uma galinha para conseguir a sua atenção.
—Desculpe, mas estou tentando trabalhar.
— Claro, claro, todos nós estamos. Só não vejo motivos para tanta seriedade.
— Bom, talvez se você fosse tratado por ela — e, discretamente, apontei para a estilista — como eu sou tratada, talvez você me compreendesse.
— Quem é ela?

Tive que parar completamente o trabalho, para encará-lo, incrédula. Estupefada, para dizer a verdade! Como assim, ele não sabia quem era ela?
Mas, de repente, ele começou a rir.

— Hahaha, relaxa, eu sei quem ela é. E sei perfeitamente do que está falando. Tenho olhos e ouvidos, sabe? Mas ainda acho que está exagerando. Não esqueça que ela é apenas um ser humano, como outro qualquer. Não há motivos para temê-la!
— Eu não tenho medo dela!  — protestei, virando o rosto dele para o outro lado —Tenho medo apenas do seu poder de me demitir.
— Ah, sim, esse é um super-poder e tanto! — novamente, ele estava sendo sarcástico, revirando os olhos — Mas mudando de assunto, você toca em muitos homens?

Neste momento, eu estava verificando a minha lista de nomes, em busca de quem poderia arrumar o cabelo dele, e vi que não havia ninguém inscrito.

— Como é que é?
— Não se preocupe, não estou me referindo ao sexualmente. Só para saber com que concorrência estaria competindo. — ele diz, apontando para os rapazes a nossa volta, zanzando de um lado para outro.
— Então você está flertando?! — conclui. Olhei a nossa volta, em busca de alguém disponível para o serviço, mas todos pareciam já bastante ocupados, de modo que me vi obrigada a fazer aquele trabalho, eu mesma.

Peguei a escova de cabelo, e todos os apetrechos disponíveis no balcão a frente dele, para começar o serviço.

— Ahá! Então você estava me ouvindo! — ele concluiu, triunfante.
— Eu tenho olhos e ouvidos, sabe? — respondi, puxando o cabelo dele, para escová-lo. Ele tinha cabelos tão lisos e sedosos...
— Hehe. Se fazendo de difícil?
— De ocupada, na verdade.
— Ah, claro, de volta ao caso da bruxa? Ok, eu te entendo.
— Pois é, deve ser ótimo estar no seu lugar, mas eu preciso continuar com o meu serviço. — lhe digo, juntando as minhas coisas, para partir para o próximo candidato.

Mas ele veio atrás de mim, com a sua tagarelice insistente.

— Então, você vai simplesmente me deixar para trás? Me ignorar?
— Você também deveria limpar os seus ouvidos. Eu disse que preciso continuar com o meu trabalho, entendeu?

Eu sabia que ele tinha me compreendido perfeitamente, estava apenas me perseguindo com qualquer assunto que surgisse, e eu realmente não podia perder tempo. Precisava fazer o que tinha que fazer, para não receber mais nenhuma critica, e conseguir a recomendação que eu queria para o evento seguinte, dali a duas semanas, na França.
                                                                          
Eu havia recém concluído o meu cursinho técnico de maquiagem e corte e cabelo, além do curso de corte e costura, por que gostava de desenhar as roupas das bonecas da minha coleção.

— Um trabalho que você não deveria levar à tão sério.
— Eu tenho contas a pagar, então, sim, eu preciso levar ele a sério.
— Suas contas são mais importantes do que a sua vida?
— Minha vida depende dessas contas, sim.
— Que triste...
— Tsc. Por que não vai atrás de alguma modelo, também? Tenho certeza de que há muitas meninas lindas e magrelas atrás de você.
— Você tem a alto-estima baixa? Por que elas não têm nada a ver com a nossa conversa.
— Tem tudo a ver! Elas são mais acessíveis a você. É lógico!
— Hummm. — ele fez uma careta, fazendo de conta que pensava em algo importante — Gosto de pensar que todas as garotas são acessíveis a mim, por que não sou nenhum Deus, sabe?! Lá no topo do céu, pintado de ouro, ou sei lá o quê...
— Ok! — sorri sarcasticamente, por que era a minha vez — Não vamos entrar no assunto sobre narizes empinados, e etc...
— Mas o quê? Você acha que eu tenho o nariz empinado? Ok, talvez eu tenha, mas que culpa eu tenho da minha genética? — ele indaga, mexendo na ponta do seu nariz fino.
— Não estou falando de genética, ou fisionomias...
— Heheh... Claro que não. Você está falando sobre pré-conceitos. Eu sei disso.            
— Pré-conceitos muito bem aplicados ao seu contexto, e comprovados de que existem.
— Mas você já ouviu falar das exceções?

Suspirei. Eu não tinha tempo para aquele longo bate-papo sobre certo e errado, conceitos e pré-conceitos, sociedade, e etc. Eu realmente tinha um trabalho a fazer ali, então, apenas sorri concordando com ele, e fui lhe dando as costas.

Mas, então, de repente, a estilista se aproximou de nós, e eu congelei quando perguntou quem havia feito a maquiagem e o cabelo dele. Timidamente, ergui a mão, enquanto ela analisava o meu trabalho. Estremeci da cabeça aos pés, enquanto ela o olhava de cabo a rabo.

— Muito bem... — ela disse. E então, nos deu as costas.

Eu fiquei olhando para ele, de boca aberta, enquanto ele sorria.
— Isso é bom, ou ruim? — perguntei, para ninguém em particular, na verdade.
— Acho que é bom. — ele respondeu, convicto, com aquele sorriso torto.



— Se não tivesse gostado, ela teria dito que estava ruim, não é mesmo? Mas ela disse que estava bom... Ela disse, muito bem... Espere aí, ela disse isso mesmo?
— Disse, sim.
— Ela disse: “muito bem”, não foi? Ou disse, está bom? Por que “está bom” é diferente de “muito bem”!
— É diferente, mesmo. Mas ela disse “muito bem”.
— Você tem certeza? Por que eu não tenho!
— Tenho certeza absoluta!
— Hum... Então ela gostou do meu trabalho.
— Creio que sim!

Satisfeita, dei as costas. Eu achei que ele fosse vir atrás de mim, e até certo ponto, me vi decepcionada quando percebi que não. Mas continuei com o meu trabalho, maquiando o modelo seguinte, que estava sem assistência.


.... continua...                                                  
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