quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Porta retrato personalizado

Mais uma dica de artesanato super fácil, fofo e barato! :)

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Mais uma vez, plagiada



Pois é. Eu já havia escrito um post sobre  as diferenças entre plágio e inspiração (vocês podem acessá-lo clicando aqui — até peguei a mesma imagem para ilustrar esse post também). Mas, infelizmente, essa semana fui notificada por lindas leitoras atentas  sobre mais um caso. Isso é triste, muito triste. Não só por que a pessoa estava se aproveitado de algo que não era dela, para conseguir alguma coisa às custas dos outros, de maneira mais fácil, como também admitia incapacidade para criar algo por si mesma (afinal, quem copia uma estória só pode estar admitindo, mesmo que de modo silencioso, que não tem capacidade para criar). E é triste, por que eu sinceramente acredito que todo mundo tem capacidade para fazer qualquer coisa! Basta um pouco de perseverança!

A fic copiada da vez foi a Elevadores (aquela, que todo mundo adora por que só tem sacanagem).
Como uma das minhas bandas favoritas já disse numa de suas músicas "O sexo vende, e o mundo inteiro compra". Sejamos francos, honestos e sinceros! Quando alguém escreve sacanagens,  tem a plena consciência de que um bando de taradas e safadinhas vai ler, só pela sacanagem. Eu gosto de sacanagem, já comprei aquela trilogia 50 Tons de Cinza só pela sacanagem (aliás, por quê mais alguém compraria aquilo se não pela sacanagem, não é?), e não vejo problema algum em gostar disso. Gosto tanto que também escrevo sobre isso — com  a mão na consciência de que há leitores atentos apenas à histórias regradas com sacanagem (ou hentai, que dá no mesmo). Mas uma coisa é você escrever pornografia apenas para chamar a atenção, por que nem mesmo escrever outra história sem sacanagem consegue (e o que é pior, nem conseguir escrever uma historia de sacanagem por sí, consegue!), e outra coisa é você escrever pornografia por que realmente gosta da coisa, e tem capacidade para escrever outras coisas.

Acho que essa pessoa queria apenas chamar atenção. Por que se realmente gosta de escrever, não compreendo o que possa ter levado a copiar outra pessoa, quando tinha a oportunidade de se deliciar com os prazeres do desenvolvimento de uma estória!

Sinceramente, reconheço que a fic não possui conteúdo algum, é pura pornografia em forma de escrita, e como eu disse a ela, se tivesse vindo falar comigo antes, muito possivelmente eu a teria deixado copiar minha estória, por que sei que não vale nada. Ela não agrega cultura, nem pensamento, nem valor algum. E por isso mesmo eu procuro sempre colocar alguma mensagem na maioria das minhas fics (salvo essas em que escrevo apenas porn quando estou com espírito de porco), por que sei que literatura não é apenas entretenimento. Nas minhas estórias, eu procuro sempre misturar esses dois elementos. E não me entendam mal, não estou dizendo que o que eu escrevo é literatura, por que eu sei que ainda não é!

Mas, de novo: não sei o que se passa na cabeça da pessoa que copia algo de outra. Por que eu sei que ela sabe o que está fazendo. Todo mundo tem consciência de que copia algo, e não adianta negar. A não ser que você tenha alguma deficiência mental, ou o mal de Alzheimer (mas a probabilidade de alguém tão jovem tê-lo é tão minima que descarto essa possibilidade) para esquecer que um dia deu um Ctrl C + Ctrl V no texto, tudo leva a crer que ela queria simplesmente ganhar alguma coisa.

E o pior é achar mesmo que ninguém nunca vai descobrir, por que há centenas de usuários cadastrados no site, e a probabilidade de alguém reconhecer o meu texto seria minima.

Bom, deixe-me contar um ditado muito bacana que minha mãe me dizia quando eu era pequena: "a mentira tem perna curta!" E essa, meus queridos, é uma das maiores verdades da vida. Acredite, ou não.

Me desculpem se pareço muito indignada...é por que realmente estou! Hahaha.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Envelope personalizado



Eu já disse o quando gosto de artesanatos? Bom, eu gosto MUITO de artesanatos. Desde pequena gostava de crias coisas (pulseiras com miçangas, caixinhas com papelão...). Sei que está meio "fora de moda" enviar cartas, mas eu ainda pretendo cumprir alguns daqueles itens da lista, e um deles era enviar uma carta a alguém. E achei essa dica de envelope personalizado muito bacana.  

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Anime: Kuroko no Basket



Sinopse: Kuroko no Basuke tem como plano de fundo a história do lendário time de basquete da escola Teiko, um clube com mais de cem membros e três vitórias consecutivas em campeonatos. Os cinco titulares desse time eram considerados prodígios com habilidades tão incríveis que eram chamados de “Geração dos Milagres”. Mas havia um estranho boato de que tinha uma pessoa que até mesmo os cinco prodígios da “Geração dos Milagres” reconheciam como um jogador superior, o “sexto jogador fantasma”.

Esse é outro anime que tem dado o que falar. Kuroko no Basket é o segundo anime de esportes que assisto. Há tanta gente postando imagens e fazendo fanarts que resolvi ver "qualéquelé" a dele. E como podem supor, eu adorei a primeira temporada, e estou acompanhando agora a segunda.

Como já disse, esse é apenas o segundo anime de esportes que vejo, de modo que não tenho muitos parâmetros para fazer comparações... Mas posso afirmar que uma das coisas que me chamou atenção para ele é a forma como o autor transforma passes de basquete em quase golpes de luta! É tão legal, quanto cômico e sem noção! Por que há passes realmente surreais, impossíveis de se fazer. Não sou expert em basquete, na verdade, só joguei basquete nas horas vagas da educação física, na época em que eu frequentava a escola. Acho que nunca sequer vi um jogo que basquete na tv... Mas os passes são tão incríveis quanto impossíveis, e qualquer um pode ver isso. De qualquer forma, não deixo de me divertir assistindo a ele! Fui tão cativada pelo bando de meninos altos, de uniformes e suados, correndo para lá e para cá, exibindo bíceps, que, quando me dei conta, já havia devorado a primeira temporada (25 episódios) em dois ou três dias!!! Claro que eu estava de férias para isso! hehe.

Bom, Kuroro é o menino de cabelo azul, o rapaz que dá nome ao anime. Nos EUA, ele foi traduzido para "The Basket wich Kuroko Plays" — algo do tipo: "o basquete que Kuroko joga". E acho que com uma boa razão. Ele foi um importante jogador do melhor time de basquete do Japão, que, por motivos ainda não revelados, se desfez. Agora, Kuroko resolve entrar para um time fraco, por que se interessa pelo modo como os meninos da Seirin jogam — com a verdadeira paixão pelo esporte, e não apenas pelas competições, ou a simples vontade de vencer, como faziam seus antigos colegas —, e, com isso, acaba os levando ao topo do ranking. Entre muito suor e atrapalhadas, além de uma boa dose de drama, a história vai se desenrolando entre competições e treinos. E não só isso. Além de se mostrarem exímios competidores, outro ponto interessante é que, ao mesmo tempo, mostram o lado mais humano, colegial dos meninos. Após treinos, eles levam uma vida comum, como qualquer outro estudante. Saem com amigos, se interessam por meninas, saem para fazer compras... E, às vezes, até se dão bem com seus adversários fora de campo. Acho que vale uma boa conferida nesse anime. Especialmente para quem curte animes cheios de meninos xD Confesso que comecei a assistí-lo achando que seria uma chatice só, mas realmente não é! É super divertido, até mesmo nas cenas em que estão jogando. :)

Falando num aspecto mais técnico, a começar pela trilha sonora, eu arriscaria a dizer que não é lá das melhores, talvez a da primeira temporada fosse até melhor que a da segunda, mas, sinceramente, não me foquei nisso! haha. As cenas de corridas, e dos passes, no entanto, são muito boas, às vezes dão até uma boa ênfase nos movimentos das mãos e dos pés dos jogadores — importantes para o jogo. É uma boa animação, sem dúvidas. Sem falar no character design, bem diversificado. Tem meninos para todos os gostos (o invocado, o sexy, o tímido, o bad boy, o mocinho, o bobinho, o misterioso, o malvado, o cdf, o supersticioso, e por aí vai...)! xD Agora resta a vocês assistirem, e tirarem suas próprias conclusões.




quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Sugar Skull



Há um tempo atrás, eu tinha criado uma página para esse post, mas não sei por que diabos criei uma página para isso, aos invés de simplesmente ter criado um post. Enfim, a página ainda estava aqui nos arquivos de rascunho, e estou fazendo um limpa no blog, e como não queria jogar fora esse material, resolvi postá-lo. Me desculpe os que já conheciam isso.

Bom, amo essas fotos! E como uma curiosa nata, saí em busca de informações sobre o que são essa arte. Afinal, tudo tem um começo. No início eu achava que fosse apenas uma maquiagem para alguma fantasia gótica de Halloween, mas, buscando na internet, vi que não tem nada a ver. A história é bem legal, na verdade. Traduzi o texto que encontrei no Wikipedia inglês.

"A tradição da arte no "Crânio de Açúcar" (SugarSkull) foi trazida para o Novo Mundo por missionários italianos no século 17. A primeira Igreja, da qual se tem menção, a usar a arte no açúcar foi a de Palermo, na época da Páscoa, quando cordeiros e anjos eram feitos para enfeitar os altares laterais da Igreja Católica.

E então, o México, abundante na produção de açúcar, mas carente de subsídios para comprar bonitas e caras decorações européias para a igreja, naquela época, aprendeu rapidamente com os frades a fazer arte no açúcar para suas festas religiosas. Modelaram em açúcar, como se modela em argila, figuras como anjos, ovelhas e caveiras. Com o passar do tempo, a cultura foi se modificando, e lá no século 18, no período colonial, as caveiras de açúcar passaram a representar as almas que partiram. As caveiras levavam o nome escrito da pessoa na testa, e eram colocadas como oferenda na casa ou lápide do falecido para honrar o retorno do seu espírito.

A arte crânio do açúcar, hoje em dia, reflete o estilo de arte popular com grandes sorrisos felizes, no qual é usado bastante glacé colorido e adornos brilhantes. Os ingredientes mais comuns para a produção das caveiras incluem o açúcar em pó, clara de ovo, xarope de milho, a baunilha e o amido de milho. Normalmente, os crânios de açúcar precisam descansar para secar durante a noite ou por várias horas. Geralmente, são produzidos por pessoas especialistas na produção, pois são de trabalho intensivo e feitas em pequenos lotes. No entanto, estes artesãos estão desaparecendo, já que, infelizmente, fábricas estão tomando o lugar deles."

Fonte: traduzido por mim, do http://en.wikipedia.org/wiki/Calavera




Essas imagens aí em cima são os doces, como eram originalmente produzidos. Agora, no entanto, o México comemora a data como "O Dia dos Mortos", que cai no primeiro e segundo de Novembro, que coincide com a celebração católica do "Dia dos Santos" (em primeiro de Novembro), e "E o dia dos Espíritos" (em segundo de Novembro). Graças aos doces, se criou a cultura das maquiagens dos mortos, onde homens e mulheres se maquiam para comemorar a data. Há mais informações sobre isso no link sobre o dia dos mortos. Fiquei com preguiça de traduzir mais isso u.u. Qualquer dia desses eu faço isso. :B

Lembrando que nenhuma dessas imagens me pertencem. Apenas peguei na internet em alguns sites. Se por acaso você for o dono de alguma delas, e quiser que a retire daqui, é só me mandar uma mensagem, que tirarei imediatamente! ;)

Disclaimer: none of these pictures belong to me. I just took it from some sites on the Internet. If by any chance you are the owner of any of them, and want to withdraw it from here, just send me a message, and I'll remove it immediately! ;)





sábado, 15 de fevereiro de 2014

Livro físico, ou digital?



Meus queridos ♥, vocês já devem estar sabendo que estou para lançar o meu primeiro livro — sobre a fanfic Incógnita (com as modificações necessárias - como o nome dos personagens, entre outros detalhes). Depois daquele fiasco que comentei aqui, sem querer desistir do sonho de publicar um livro, precisei repensar minhas opções. Depois de muito conversar e discutir com algumas pessoas a respeito da publicação, cheguei a conclusão de que uma dessas opções, talvez a mais viável no momento, seria a publicação do livro em formato digital. Mas para isso, é claro, eu preciso saber o que vocês realmente preferem.

Antes, acho que vale lembrar aqui de algumas das várias vantagens que o livro digital traz, tais como:

1. a acessibilidade - vocês podem ler a qualquer hora e qualquer lugar com o aparelho digital de vocês, como o celular. E vocês podem carregar mais de 1.000 de uma só vez num aparelho.

2. a portabilidade e poupança de espaço - é fácil de armazenar, ele poupa espaço, não precisa de um lugar na sua estante, basta salvar o arquivo no seu aparelho;

3. a aquisição - a entrega do livro digital é imediata;

4. discrição sobre o que vocês estão lendo - se vocês estiverem lendo algo constrangedor (como um yaoi, ou hentai) ninguém fica sabendo, por que a capa ou o título do livro não ficam visíveis ao seu vizinho no banco do ônibus, por exemplo...

5. leitura facilitada - pesa menos, o reduzido peso do leitor de livros digitais faz com que possa colocá-lo na melhor posição para a leitura. O tipo de tela utilizado, pela sua natureza, é também muito agradável de ler e não tem qualquer tipo de problema em ser utilizado na rua, mesmo com muito sol. O cansaço visual é equivalente ao que temos ao ler um livro em papel. Além disso é também bastante fácil tirar notas e sublinhar partes interessantes. Depois basta exportar os trechos que sublinhamos, o que nos pode ajudar na elaboração de resumos, etc. Além disso, os softwares utilizados para a leitura (que são muito práticos e intuitivos) permitem que se marque a página em que você parou a leitura, sem depender do marca página, que pode facilmente se perder.

6. preço acessível - como seu custo de produção e de entrega é inferior (beeeem mais inferior!), um livro digital de alto padrão, como os encontrados em sites especializados, pode chegar nas mãos do leitor por um preço até 80% menor que um livro impresso. Deve-se lembrar que o livro digital não precisa entrar em filas de impressão em gráficas, como ocorre tradicionalmente.

Enfim, como eu ia dizendo, apesar das vantagens, sei que muitos ainda preferem o livro físico. Então, venho aqui lhes pedir que reflitam com carinho sobre isso, e me respondam à nova enquete que formulei ali no topo da coluna ao lado da página do blog ~~~>           ~~>          ~~>           ~~>            ~~>           ~~>

Vale lembrar que a enquete é totalmente anônima, portanto, não saberei quem disser que não, nem sim, nem talvez... Sintam-se livre para respondê-la, mas sejam sinceros. A resposta de vocês será muito importante e decisiva na realização deste livro, que carinhosamente venho trabalhando e batalhando para que saia. Se alguém tiver alguma outra sugestão, algum comentário a mais, alguma observação, qualquer coisa, estarei mais do que disposta a "ouví-los"! Basta deixar o comentário aqui no post, que responderei com o maior prazer! ♥

bjss :************

O Primeiro Beijo



Os dois mais murmuravam que conversavam: havia pouco iniciara-se o namoro e ambos andavam tontos, era o amor. Amor com o que vem junto: ciúme.

- Está bem, acredito que sou a sua primeira namorada, fico feliz com isso. Mas me diga a verdade, só a verdade: você nunca beijou uma mulher antes de me beijar?

Ele foi simples:
- Sim, já beijei antes uma mulher.
- Quem era ela? - perguntou com dor.

Ele tentou contar toscamente, não sabia como dizer.

O ônibus da excursão subia lentamente a serra. Ele, um dos garotos no meio da garotada em algazarra, deixava a brisa fresca bater-lhe no rosto e entrar-lhe pelos cabelos com dedos longos, finos e sem peso como os de uma mãe. Ficar às vezes quieto, sem quase pensar, e apenas sentir - era tão bom. A concentração no sentir era difícil no meio da balbúrdia dos companheiros.

E mesmo a sede começara: brincar com a turma, falar bem alto, mais alto que o barulho do motor, rir, gritar, pensar, sentir, puxa vida!, como deixava a garganta seca.

E nem sombra de água. O jeito era juntar saliva, e foi o que fez. Depois de reunida na boca ardente engulia-a lentamente, outra vez e mais outra. Era morna, porém, a saliva, e não tirava a sede. Uma sede enorme maior do que ele próprio, que lhe tomava agora o corpo todo.

A brisa fina, antes tão boa, agora ao sol do meio dia tornara-se quente e árida e ao penetrar pelo nariz secava ainda mais a pouca saliva que pacientemente juntava.

E se fechasse as narinas e respirasse um pouco menos daquele vento de deserto? Tentou por instantes mas logo sufocava. O jeito era mesmo esperar, esperar. Talvez minutos apenas, enquanto sua sede era de anos.

Não sabia como e por que mas agora se sentia mais perto da água, pressentia-a mais próxima, e seus olhos saltavam para fora da janela procurando a estrada, penetrando entre os arbustos, espreitando, farejando.

O instinto animal dentro dele não errara: na curva inesperada da estrada, entre arbustos estava... o chafariz de onde brotava num filete a água sonhada. O ônibus parou, todos estavam com sede mas ele conseguiu ser o primeiro a chegar ao chafariz de pedra, antes de todos.

De olhos fechados entreabriu os lábios e colou-os ferozmente ao orifício de onde jorrava a água. O primeiro gole fresco desceu, escorrendo pelo peito até a barriga. Era a vida voltando, e com esta encharcou todo o seu interior arenoso até se saciar. Agora podia abrir os olhos.

Abriu-os e viu bem junto de sua cara dois olhos de estátua fitando-o e viu que era a estátua de uma mulher e que era da boca da mulher que saía a água. Lembrou-se de que realmente ao primeiro gole sentira nos lábios um contato gélido, mais frio do que a água.
E soube então que havia colado sua boca na boca da estátua da mulher de pedra. A vida havia jorrado dessa boca, de uma boca para outra.

Intuitivamente, confuso na sua inocência, sentia intrigado: mas não é de uma mulher que sai o líquido vivificador, o líquido germinador da vida... Olhou a estátua nua.

Ele a havia beijado.

Sofreu um tremor que não se via por fora e que se iniciou bem dentro dele e tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa viva. Deu um passo para trás ou para frente, nem sabia mais o que fazia. Perturbado, atônito, percebeu que uma parte de seu corpo, sempre antes relaxada, estava agora com uma tensão agressiva, e isso nunca lhe tinha acontecido.

Estava de pé, docemente agressivo, sozinho no meio dos outros, de coração batendo fundo, espaçado, sentindo o mundo se transformar. A vida era inteiramente nova, era outra, descoberta com sobressalto. Perplexo, num equilíbrio frágil.

Até que, vinda da profundeza de seu ser, jorrou de uma fonte oculta nele a verdade. Que logo o encheu de susto e logo também de um orgulho antes jamais sentido: ele...

Ele se tornara homem.

(Clarice Lispector)

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Lista de nomes de cabeludos


Então, eu tava vasculhando meus arquivos antigos quando me deparei com uma lista de nomes de cabeludos (modelos, atores e cantores) que eu havia coletado durante um tempo, para capas de fics... resolvi compartilhar, então, minha célebre lista — tendo em vista a dificuldade que é de achar fotos de cabeludos na internet. T_T Enfim, alguns deles, atualmente, já não são mais cabeludos, infelizmente, mas ainda servem como referencia, para pegarem fotos antigas dessas belezuras no google. Tomem bem conta deles!!! T__T Se alguém souber de mais algum nome (não incluso aqui) e quiser fazer a bondade de aumentar a lista, sinta-se à vontade! xD Será mais do que bem-vindo!

PS: não sei o nome dessa belezura aí de cima, infelizmente, mas o de baixo, no entanto, é o Isak Julin 

Aaron Chium
Andres Risso
Alazar Vasilev
Alexis Vinas
Bruno Santos
Brandon Lee
Bruce Machado
Bryce Jamison
Christian Brylle
Daniel Landroche
Danila Kovalev
Darell Ferhostan
Douglas-hickmann
Eugeniy Sauchanka
Erik andersson
Ed Marquezini 
Felix Branch
George Watson
Gus drake
Garrett Hedlund
Gustavo Krier
Harry Hains
Ian Mellencamp
Ian o'brien
Isak Julin
Jackson Rado
John Cherkas
Jason Momoa
Jared Leto
Jaco van den Hoven
Jack Isac
Jamie Campbell Bower
Kamil Milczarek
Kamil Wesierski
Kirill Nikolini
Lucas Kittel
Leonardo Frosi
Matt Shahsavan
Matthew Mosshart
Martin Cohn
Michael Tintiuc
Marco Steiner
Nicola Wincenc
Patrick Kuszmar
Paulo Ferrari
Rafael Lazzini
Ralph Fiennes
Ricardo Dourado
Reinaldo Berthoti 
Stav Strashko
Theodoros Theodoridis
Travis Cannata.
Travis smith
Taylor Hanson
Tomek Szczukiecki
Ton Heukels
Taylor Kitsch
Torkel Rogstad
Vinnie Woslon
Viggo Jonasson
Vadim Shatilov
Zac Hanson

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Problemas para escrever?
























Pois então, vejam aqui 29 problemas que só os escritores irão entender. :)

Piscinas exóticas



Nessa onda de calor, não fantasiar com piscinas é tão estranho quanto o Do Contra não ser Do Contra. Achei umas fotos legais de piscinas estranhas pelo mundo, e, só por curiosidade, resolvi trazer para cá. :)





segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Cara de um focinho do outro


01 – Justin Timberlake (cantor) e uma foto de um antigo bandido

Achei no site Hypeness uma série, no minimo cômica, de personalidades famosas com seus possíveis poltergeist. Eu trouxe os que achei mais parecidos, mas na página (que vocês podem acessar clicando no link) vocês encontram mais fotos.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Anime: Free!



Sinopse: O protagonista é Nanase Haruka, um jovem que desde cedo tinha uma paixão: nadar. Nos tempos de escola ele e mais 3 amigos (Makoto Tachibana, Matsuoka Rin e Nagisa Hadzuki) se juntam ao clube de natação e vencem o torneio antes de se formarem no ensino fundamental, quando todos eles se separam e começam a trilhar caminhos diferentes. Anos mais tarde, por ironia do destino, Haruka reencontra Rin e os dois mostram que suas habilidades de nadadores continuam ao máximo, e ao lado de Makoto e Nagisa e o novato Ryuugazaki Rei, eles foram o clube de natação do colégio Iwatobi, começando uma vez mais a sonhar com suas paixões. Com uma história que envolve o máximo do esporte e uma amizade envolvente entre os garotos, ‘FREE!’ virá com tudo para emocionar, encantar, divertir e empolgar.



Já faz tempo que vi esse anime (que conta com 12 episódios), até achei que já tivesse trazido para cá, mas só agora me dei conta de que não... Enfim, eu adorei Free!, não só pelo (ótimo) fanservice, é claro. E ao contrário do que muitos podem achar, não é uma história de yaoi! Talvez alguém possa dizer que contém um leve shounen-ai... e olhe lá!

Além da ótima trilha sonora, com um maravilhoso openning e ending, a história é cativante, e tem ótimas cenas de comédia (a começar pelo fato de que os meninos se unem por terem nomes femininos! LOL) e drama. Acho que a moral da história está principalmente no episódio nove! A amizade parece ser o tema central da trama, mas ele realmente vai além. A paixão pela natação, pela água, e principalmente o sentimento de competição que aflige os personagens principais é o que move o enredo. Enquanto um pensa somente em competir, o outro que costumava sempre ganhar nas competições dizia que competir não era importante, até ele perder uma competição e sentir na pele o que é ser derrotado... só assim ele compreende o que os amigos sentem.

E, convenhamos, né, meninas, corrijam-me se eu estiver errada, mas já vi muitos animes e, até onde sei, este é o primeiro que vejo com fanservice para meninas. O mercado está cheio de animes com Ecchi, mas nada para nós, meninas... Já estava mais do que na hora de nos darem a vez!!!! U_U

Comecei a gostar mais ainda do anime depois, pois já fui nadadora, e tinha uma amiga que era como o Haru, e eu sempre ficava atrás dela... me lembro bem do quanto eu queria ultrapassá-la nas competições, mas pq nunca consegui, acabei desistindo do nado... Enfim, o anime vai ficando cada vez melhor, embora senti falta de mais comédia (achei ele mais cômico no inicio)... Acho que vale a pena, para quem tá sem nada melhor para assistir! :) Ah, eu já disse que em todos os episódios eles aparecem sem camisa, pelo menos, uma vez? XD









Alguns dos melhores inicios de livros



Se tem uma coisa que mais atormenta os que gostam de escrever, é como começar uma história. Acho que eu já havia dito antes, mas não custa repetir: um inicio atraente, que choque, que chame a atenção, é primordial para atiçar a curiosidade do leitor, e fazê-lo querer continuar a leitura. O inicio da historia é um cartão de visitas para o leitor. E não esqueçam daquela máxima: a primeira impressão é a que fica. Também vale aqui! Se ele gostar do que lê no inicio, há uma grande chance de continuar a leitura até o final.

Enfim, resolvi trazer alguns dos inícios de livros que já li, alguns outros não li ainda, entre clássicos e não clássicos da literatura...inícios de histórias que achei muito interessantes.


Notas do Subsolo (Dostoiévski)
Sou um homem doente… Sou mau. Não tenho atrativos. Acho que sofro do fígado. Aliás, não entendo bulhufas da minha doença e não sei com certeza o que é que me dói. Não me trato, nunca me tratei, embora respeite os médicos e a medicina. Além de tudo, sou supersticioso ao extremo; bem, o bastante para res­peitar a medicina. (Tenho instrução su­fi­ciente para não ser supersticioso, mas sou.) Não, senhores, se não que­ro me tratar é de raiva. Isso os se­nho­res provavelmente não compre­en­dem.

A Lua Vem da Ásia (Campos de Carvalho)
Aos 16 anos matei meu professor de lógica. Invocando a legítima defesa — e qual defesa seria mais legítima? — logrei ser absolvido por cinco votos a dois, e fui morar sob uma ponte do Sena, embora nunca tenha estado em Paris. Deixei crescer a barba em pensamento, comprei um par de óculos para míope, e passava as noites espiando o céu estrelado, um cigarro entre os dedos. Chamava-me então Adilson, mas logo mudei para Heitor, depois Ruy Barbo, depois finalmente Astrogildo, que é como me chamo ainda hoje, quando me chamo.

O Apanhador no Campo de Centeio (J.D. Salinger)
Se querem mesmo ouvir o que aconteceu, a primeira coisa que vão querer saber é onde nasci, como passei a porcaria da minha infância, o que os meus pais faziam antes que eu nascesse, e toda essa lenga-lenga tipo David Copperfield, mas, para dizer a verdade, não estou com vontade de falar sobre isso. Em primeiro lugar, esse negócio me chateia e, além disso, meus pais teriam um troço se contasse qualquer coisa íntima sobre eles. São um bocado sensíveis a esse tipo de coisa, principalmente meu pai. Não é que eles sejam ruins — não é isso que estou dizendo — mas são sensíveis pra burro.

O Ventre (Carlos Heitor Cony)
Positivamente, meu irmão foi acima de tudo um torturado. Sua tor­tura seria interessante se eu a explo­rasse com critério — mas jamais me preocupei com problemas do espírito. Belo para mim é um bife com batatas fritas ou um par de coxas macias. Não sou lido tampouco. A única atração que tive por livro limitou-se à ilustra­ção de um tratado de educação sexual que o vigário do Lins fez o pai comprar para nosso espiritual proveito. Só creio naquilo que possa ser atingido pelo meu cuspe. O resto é cristianismo e pobreza de espírito.

Crônica de uma Morte Anunciada (Gabriel García Márquez)
No dia em que iam matá-lo, Santiago Nasar levantou-se às 5 e 30 da manhã para esperar o barco em que chegava o bispo. Tinha sonhado que atravessava uma mata de figueiras-bravas, onde caía uma chuva miúda e branda, e por instantes foi feliz no sono, mas ao acordar sentiu-se todo borrado de caca de pássaros."Sonhava sempre com árvores", disse-me a mãe, Plácida Linero, recordando vinte e sete anos depois os pormenores daquela segunda-feira ingrata.

Memórias Póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis)
Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo.

O Estrangeiro (Albert Camus)
Hoje, a mãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem. Re­cebi um tele­grama do asilo: 'Sua mãe fa­le­cida: En­terro amanhã. Sen­tidos pê­sames'. Isto não quer dizer nada. Talvez tenha sido ontem.

O Professor (John Katzenbach)
Assim que a porta se abriu, Adrian soube logo que estava morto. Ele podia ver isso nos olhos fugidios, no ligeiro curvar dos ombros, na maneira nervosa e apressada como o médico se movia através da sala. Por
isso, as únicas perguntas verdadeiras que imediatamente lhe vieram à mente foram: Quanto tempo tinha? Quão grave seria?

A Borboleta Tatuada (Philip Pullman)
Chris Marshall conheceu a garota que iria matar numa noite quente, no princípio de junho, quando uma das faculdades de Oxford oferecia o baile de verão. Os alunos, às vésperas da formatura, estavam festejando uma última vez, antes de partirem para se tornarem banqueiros de investimentos, diplomatas ou publicitários. 

A Elegância do Ouriço (Muriel Barbery)
“Marx muda totalmente minha visão do mundo”, declarou-me hoje de manhã o jovem Pallières, que, em geral, nunca me dirige a palavra. Antoine Pallières, rico herdeiro de uma velha dinastia industrial, é filho de um de meus oito patrões. Derradeira eructação da grande burguesia empresarial – que só se reproduz por 
meio de soluços limpos e sem vícios -, ele estava radiante com sua descoberta, que me contava por reflexo, sem sequer pensar que eu conseguiria entender alguma coisa.

Deixando Paraíso (Simone Elkeles)
Eu estive esperando um ano por este momento. Não é  todo dia que você tem a chance de sair da cadeia. Claro, no jogo de Monopoly você só tem que rolar o dado três vezes e esperar por um duplo, ou pagar a multa e ser livre. Mas não há jogos aqui no Departamento Correcional, complexo de menores Illinois; ou o DOC como nós os presos o chamamos.


Fonte: RevistaBula

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Sentido da vida

Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.

Cora Coralina

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Para onde vão os aviões?



Alguém sabe para onde vão os aviões danificados?
Meu namorado estava vasculhando a internet quando encontrou essa achado precioso. *_*
O cemitério de aviões! Isso mesmo.

Existem cemitérios para aviões. São locais utilizados para a armazenagem temporária de aeronaves velhas, danificadas, fora de funcionamento ou aquelas que possuem problemas estruturais. São locais amplos, quase sempre longe de cidades, com pistas homologadas e em condições operacionais, geralmente em áreas de deserto e com estrutura de manutenção. E seus clientes são os proprietários de aviões, principalmente companhias detentoras de linhas aéreas, oficinas de manutenção e comerciantes de sucatas.

De acordo com o Wikipedia, são dois os destinos dados às aeronaves que chegam a um cemitério de aviões: a reciclagem ou depósito temporário, que pode incluir a manutenção preventiva dos aparelhos.

A reciclagem consiste no reaproveitamento de peças ou sucata, quando o metal é vendido, geralmente para fundições. E nos períodos de baixa demanda é comum aeronaves serem depositadas até o aquecimento da mesma.

O mais famoso cemitério de aviões do mundo está localizado na Base Aérea de Davis-Monthan, em Tucson, no estado norte-americano do Arizona. O número de aparelhos estacionados ao lado de sua pista de aterrissagem é tão grande, que o local se tornou um ponto de interesse turístico, atraindo anualmente milhares de entusiastas da aviação. :) E a escolha dessa Base Aérea de Davis-Monthan foi devido à baixa umidade do Deserto de Sonora, que chega perto de zero e ajuda a conservar os aviões estacionados, como também o custo reduzido. Esse cemitério (o mesmo das fotos abaixo), na verdade, pertence ao governo dos Estados Unidos, e tem área de 10.000.000 de m2 e atualmente abriga cerca de 4.400 aeronaves civis e militares.

No Brasil, também temos um cemitério, mas, claro, nada comparado ao dos EUA. O nosso cemitério de aviões fica no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo. A área ocupada pelas aeronaves fica dentro da região aeroportuária e ocupa 15 mil metros quadrados. As imagens que encontrei no google dele são tão sem graça que nem me dei ao trabalho de trazer para cá. Trouxe apenas as fotos do cemitério de Tcson, que são muito mais interessantes. ;)






Só por que curti









































Deveria ter mais fotos de cabeludos usando cartola! T__T

Campanha Seja um Idiota



Diesel, a marca de jeans internacional, lançou em 2010 (é antiga, mas é tão legal, que resolvi trazer pra cá) uma campanha publicitária de suas calças "Be Stupid" (algo como "Seja idiota"), que incentiva os consumidores a assumir riscos e ir além da trilha inteligente e sensível em suas vidas. A campanha, desenvolvida na agência de publicidade global Anomaly, incluía propagandas on-line, imprensa e outdoors apresentando atos "idiotas", com frases cheias de incentivo e muito humor.

Encontrei o texto do Arnaldo Jabor, que publiquei no post abaixo, e automaticamente me lembrei dessa campanha, que na verdade eu já conhecia. Talvez por eu ser muito séria (pessoalmente, juro que sou!) e talvez muito certinha, chegando às vezes a ser meio careta, inclusive, essa campanha me marcou.

Enfim, eis a Filosofia do Idiota, criada pela marca.

Como balões, estamos cheios de esperanças e sonhos. Mas, com o tempo, uma única frase se arrasta em nossas vidas: Não seja idiota. É o triturador das possibilidades. É a maior deflator do mundo. O mundo está cheio de pessoas inteligentes, fazendo todo o tipo de coisas inteligentes... E isso é inteligente.
Bem, estamos com o idiota. Idiota é a busca incessante por uma vida livre de arrependimentos. O inteligente até pode ter o cérebro... Mas o idiota tem os culhões. O inteligente pode até reconhecer as coisas como elas são, mas o idiota vê as coisas como elas poderiam ser. O inteligente critica, o idiota cria . O fato é que se não tivéssemos pensamentos idiotas, ​​não teríamos pensamentos interessantes nenhum. Por que o inteligente pode ter os planos, mas é o idiota que tem as histórias para contar.
O inteligente pode ter a autoridade, mas idiota tem uma ressaca dos infernos. Não é inteligente correr riscos ... Isso é coisa de gente idiota. Para ser idiota é preciso ser corajoso. O idiota não tem medo de errar. O idiota sabe que há coisas piores do que falhar... Como nem sequer tentar.
O inteligente até teve uma boa idéia, mas essa idéia era idiota (e não foi tão bem sucedida). Você não pode ser mais esperto que o idiota. Portanto, nem sequer tente. Lembre-se: apenas o idiota pode ser verdadeiramente brilhante.
Então , SEJA UM IDIOTA!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Seja um Idiota



A idiotice é vital para a felicidade.
Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

hahahahahahahahaha!...

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.
Dura, densa, e bem ruim.
Brincar é legal. Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva.
Pule corda!
Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.
Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.
Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.

Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são:
passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...

Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!

Arnaldo Jabor

Seu nome em Japonês






















O meu (Amanur) seria Karinkatodoshi :D
Claro que isso é só uma brincadeirinha, não é verídico, não vão me querer tatuar isso na pele, hein?!
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