domingo, 28 de outubro de 2012

Não seja um leitor passivo







Eu havia encontrado esse texto num site, e salvei o link, inclusive, para tentar reformular algumas coisas que ele dizia, mas agora que fui mexer nele o link parece inativado — como se o site não existisse mais. Enfim, se alguém já tiver lido esse texto, e souber de onde ele é, por favor me avisem. Achei muito bom o que ele diz, e tem tudo haver com algumas coisas que costumo falar com relação às criticas que recebo — e com as que deixo de receber também.

"Não basta apenas saber ler e gostar de ler; é preciso ler de forma crítica. Confiar cegamente em tudo o que está lendo, sem se permitir a uma opinião própria e livre de questionamentos é um erro.

O Dr. Mike Schmoker, educador e autor de vários livros, diz que “grandes quantidades de leitura atenciosa, com debates, anotações e releituras são a essência da alfabetização autêntica”.

Leitura não deve ser um ato passivo, onde quem lê apenas absorve o conteúdo, mas, sim, deve ser um ato de reflexão e pensamento. A leitura, portanto, é um aprendizado ativo onde o leitor precisa mergulhar no que lê, imaginar-se na história e estar inserido no contexto do enredo.

Uma leitura crítica causa espanto, descontentamento e, porque não dizer, tristeza. Isso ocorre porque estamos com toda a nossa atenção voltada à leitura e, muitas vezes, antes mesmo de chegarmos ao fim da leitura, em nossas mentes já “decidimos” o fim, porém, quando não é como pensávamos, ficamos impactados.

Ao final de uma leitura, ela deve te gerar algum sentimento, alguma reflexão. Ler um belo romance não pode, em hipótese alguma, causar o mesmo efeito do que ler um livro sobre a guerra, ou não causar nada.

Se for um conteúdo técnico ou didático, uma boa alternativa para desenvolver a leitura crítica, sem apenas absorver, é fazer anotações. Enquanto lê, anote os pontos que acha relevante, levante questionamentos e relacione conteúdos. Se permita duvidar do que leu e buscar outras opiniões, em outros textos.

Outra boa alternativa é ler exatamente o oposto das suas convicções. Que tal ler sobre uma religião oposta a sua? Sobre culturas diferentes da sua? Sobre modos de vida diferentes do seu? Com isso, você não apenas desenvolve o lado crítico em suas leituras, mas adquire conhecimento e argumentos para defender o seu ponto de vista."

Bom, a fonte do texto era essa: Pilbra, mas o link parece não funcionar mais...

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