sábado, 31 de março de 2012

Arte em café


Fotonovelas

Alguém aqui já ouviu falar das fotonovelas??? Faz pouco tempo que descobri as fotonovelas, e achei a idéia sensacional. 


Fotonovelas são novelas em quadrinhos que utilizam, no lugar dos desenhos, fotografias, de forma a contar, sequencialmente, uma história.
No Brasil, as fotonovelas tiveram um mercado cativo por mais de 25 anos, entre os anos 1950 e 70, representando a idéia de uma imprensa popular feminina, com milhões de leitores de histórias publicadas em revistas com grande circulação nacional.
A fotonovela apresenta uma narrativa que utiliza em conjunto a fotografia e o texto verbal. Como nas histórias em quadrinhos desenhadas, cada quadrinho da sequência corresponde a uma cena da história, no caso, corresponde a uma fotografia acompanhada da mensagem textual.
São, em geral, publicadas no formato de revistas, livretos ou de pequenos trechos editados em jornais e revistas, e algumas são divididas em capítulos que, geralmente, têm um desfecho próprio, uma espécie de cliffhanger, que cria suspense e curiosidade no leitor, levando-o a comprar a continuação.
A característica principal das histórias é a intriga sentimental, geralmente apresentando uma heroína de origem humilde que luta por um amor difícil e complicado, alcançando seu objetivo de felicidade no final da narrativa. As personagens são pouco trabalhadas psicologicamente, com características maniqueístas e as consequências são sempre estereotipadas.
Críticos e estudiosos consideraram a fotonovela, quase sempre, como um "subgênero da literatura". Entre os anos 1967 e 1971, Angeluccia Bernardes Habert, como tese de doutoramento no Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo, pesquisou o campo das fotonovelas, resultando o "estudo de uma forma de literatura sentimental fabricada para milhões", subtítulo que deu à "Fotonovela e Indústria Cultural", editada pela Vozes (1973).



E vejam, qualquer um pode produzir uma pequena fotonovela, hum? ;) como um processo criativo, e estimulo da criatividade, acho que deve ser ótimo. Basta ter a história, uma câmera e os "atores". Quem tiver disponibilidade, ainda pode ir além. Com bonecos, fazendo o papel de atores em lugares diferentes... Qualquer dia desses ainda tentarei fazer uma.. 

Quem tiver mais curiosidade sobre o assunto, se pesquisar no google por "fotonovela" encontrará vários blogs que trazem coleções das fotonovelas lançadas.

Indicação Musical #9



Minha indicação de música, dessa semana, vai para a banda Sixpence None The Richer. Alguns de vocês, podem não conhecer a banda, mas com certeza já ouviram alguma música deles. Eles fizeram muito sucesso com a Kiss me, There she goes, ou Don't dream its over. De acordo com o Wikipedia eles são uma banda de pop rock cristão (acho um tanto duvidosa essa informação, mas enfim...) estadunidense, formada em New Braunfels, Texas.
SNR foi formada pelos músicos Leigh Bingham Nash, Matt Slocum, Sean Kelly, Justin Carry, Jerry Dale McFadden, Dale Baker e Rob Mitchell. Teve ainda em sua formação Tess Wiley e J. J. Plasencio.
Eles andaram um tempo fora do mercado, mas em novembro de 2007, Leigh e Matt se encontraram em um café e discutiram a volta da banda. Lançaram em 2010 o Early Favorites e, no ano passado foi a fez do Strange Conversation, dando o total de 8 albuns lançados, desde 1994. :)


sexta-feira, 30 de março de 2012

Alfons Mucha


Eu havia comentado no post sobre o filme Monstro em Paris sobre a art Noveau. Comentei também que sou fã do Alfons Mucha, e resolvi trazer um pouco da sua arte para cá. :)

Alfons Maria Mucha, de acordo com o Wikipedia, nasceu em Ivancice (República Checa) em 24 de julho de 1860 — e morreu em Praga14 de julho de 1939. Foi um ilustrador e designer gráfico e um dos principais expoentes do movimento Art Nouveau. Entre seus trabalhos mais conhecidos estão os cartazes para os espetáculos de Sarah Bernhardt realizados na França de 18941900 e uma série chamada Épicos Eslavos entre 1912 e 1930.

A Art Noveau caracteriza-se pelas formas orgânicas, escapismo para a natureza, valorização do trabalho artesanal, entre outros. 

Vejam que coisa mais linda são os trabalhos dele!!! T_T Eu tenho uma pasta no meu computador cheio de imagens dos trabalhos deles. Catei algumas para postar aqui. :)


E algumas pinturas à óleo, igualmente belíssimas.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Livro: Anna e o Beijo Francês



I.S.B.N.: 9788563219329
Altura: 23 cm.
Largura: 16 cm.
Profundidade: 1 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1 / 2011
Idioma : Português
Número de Paginas : 288


Anna está ansiosa pelo seu último ano em Atlanta, onde tem um grande trabalho, um melhor amigo leal, e uma queda na iminência de tornar-se mais. É por isso que ela não estava muito empolgada em ser enviada para um colégio interno em Paris, onde ela conhece St. Claire: perfeito, parisiense e absolutamente irresistível. Como o inverno derrete na primavera, será um ano romântico que terminará com o grande beijo francês aguardado?

Apesar de criticar bastante esses livros com estórias de romance entre adolescentes, deixe-me esclarecer que eu gosto deles. Até certo nível. O que me irrita imensamente são as constantes choradeiras e todo o nhenhenhe. "Fulano é lindo. Fulano faz isso, faz aquilo. Fulano é assim, é assado"... — e depois repetem tudo de novo, 3126879765434687635436534 vezes, com outras palavras. É deveras irritante. É como se estivesse me dizendo que sou tapada, e não entendo o que estou lendo! ¬¬

Mas vamos ao livro... Anna é americana, filha de uma professora casada com um escritor best-seller, que vai terminar o ultimo ano da escola num internato em Paris.

Confesso que, no inicio, achei que me arrependeria de ter comprado o livro, mas mudei completamente minha opinião. O fato de a estória se passar na França, me chamou muito a atenção, porque esperava que houvesse bastante relatos sobre a cultura deles, que é bastante diferente da nossa. Infelizmente isso acontece pouco. Ela, a autora, mostra algumas coisas, mas sinto que ela poderia ter se aprofundado mais nisso...

Mas dou ponto positivo para o fato de a personagem principal ser fascinada por cinema. E como sabemos, França é a capital do cinema! Foi lá onde tudo começou, lançado pelos irmãos Lumier... Acho que foi uma jogada muito boa, muito bem sacada. A oportunidade estava lá e ela se aproveitou bem disso. O livro é cheio de referências, tanto filmográficas quanto bibliográficas, e achei ótimo.



Ainda nessa questão das referências, outra coisa que preciso comentar é sobre um trecho em que a professeur de literatura de Anna fala sobre o por quê dos americanos não consumirem muito a literatura estrangeira, traduzida. Ela fala que os americanos estão habituados ao imediatismo, ações. E a literatura estrangeira é uma leitura reflexiva, que exige do leitor certo nível de paciência e percepção, digamos assim. Pois escritores brasileiros, ingleses, espanhóis e portugueses, por exemplo, obrigam o leitor a pensar sobre o que lê. O que não acontece com a literatura americana.

E isso me deixou intrigada. Acredito que seja verdade, porque são poucos os escritores americanos na lista dos grande autores da literatura de reflexão. E, pelo que bem conhecemos a respeito de Hollywood, é exatamente isso. Essa questão da literatura se reflete muito bem nos filmes americanos. Nos filmes franceses, por exemplo, já seguem outra linha. São filmes mais cult, que faz o expectador pensar sobre o que está vendo, sobre o que está lhe sendo apresentado, enquanto os americanos trabalham com o mais óbvio e objetivo.

Mas eis minha incredulidade para a questão: se a autora tinha consciência disso, por que diabos ela escreveu o livro da mesma maneira? A resposta é óbvia. É o que os americanos consomem! Então, por que haveria ela de modificar isso, e se arriscar a sair perdendo? Se ela não tivesse escrito o que escreveu, não teria sido quase uma best-seller. Não chegou a ser, mas acredito que ficou perto do topo.

Umas das coisas que se repete muito nesses romances juvenis, são as brigas familiares. Eu não gosto muito disso. Quero dizer, eu entendendo que toda família tem seus problemas, mas vendo todos esses romances relatando esse tipo de questão, temo que possa passar a impressão errada aos jovens de hoje e influenciá-los negativamente. Hoje em dia o jovem tem muito mais voz contra os pais, do que antigamente. Vejo isso claramente, observando o vizinho que mora no apartamento de cima do meu. Ok, ele é um exemplo à parte, mas duvido muito que seja o único. Ele xinga os pais, diz palavrões a eles e os manda tomar naquela lugar de trás. Juro! Na minha época, e olha que nem faz tanto tempo assim, minha mãe teria me dado um belo tabefe na boca e ainda posto pimenta na minha boca. Ela já fez isso, na verdade, por que a desrespeitei. Os pais continuam sendo os pais, aqueles que alimentam o filho, pagam suas roupas, cinema, educação... mas os jovens não estão nem aí para isso, por que acham que tem tantos direitos quanto os pais tem de se impor.

Não sei se é um pensamento já antiquado, mas acredito que devo mais respeito a quem me deu a vida, me alimenta e me educa enquanto não posso fazer isso, do que o contrário.


Enfim, esse é um comentário a parte, não me referindo diretamente ao livro em questão. 

A estória me fez rir em vários momentos. É descontraído, mas sem ser enjoativo. Levei um tempinho a me habituar com o estilo de escrita da autora, muito pausado. Mas depois que pega a manha, a leitura desliza fluida. E não tem muita melação, daquelas que eu detesto. Os mimimis existem, mas não são exagerados. Acho que estão medida e no momento certo.

Minha critica negativa vai mais para a parte em que St. Claire apareceu; logo vi que rolaria alguma coisa entre eles, mas eu fiquei torcendo para que a autora nos surpreendesse trazendo à tona outro rapaz tão encantador quanto ele. Ela poderia ter nos feito pensar que o beijo francês rolaria com um francês mesmo... e St. Claire não é francês. Vibrei um monte no final, quando ela começa a ficar com o Dave (apesar de ele também não ser francês), mas odiei profundamente o babaca que ele se mostrou ser. Sei lá... acho que a autora poderia ter feito diferente. Não que eu não tivesse gostado do St. Claire. Ele é um amor, se dúvidas... Deu vontade de arranjar um amigo como ele. Mas foi muito previsível. Ela não precisava ter estragado a personalidade do Dave. E no fim, ela não teve o tão esperado beijo francês com um francês... ¬¬

E mudei outra vez minha opinião sobre o livro. Quando comecei, suspeitei que fosse haver aquela mesma historinha de adolescentes brigando na escola por um rapaz incrível demais para ser verdade. Mas até a metade, eu vejo a trama se desenrolar de forma totalmente oposta. Na maior parte, o livro trata sobre um grupo de amigos que se diverte e se apaixona na cidade romântica, fazendo passeios turísticos entre um cinema e outro. Ela mostra até uma moral que me fez lembrar de algum anime (agora não me ocorre qual), quando Anna descobre que o lar não está num lugar, mas numa pessoa. E isso foi super legal, deu mais força ao enredo. Trouxe uma mensagem bacana para o leitor. 


Até que no final, a autora caga tudo com aquelas briguinhas tipicas de adolescentes. Mas, pelo menos, ela não se arrastou nisso durante o livro inteiro...

Bom, terminar minha "resenha" (acho que o que eu escrevo não é bem uma resenha...) com uma critica negativa sobre um livro que, na verdade, eu gostei não é bom. T_T Eu gostei do livro, e acho que o leria de novo (coisa rara de acontecer. Aliás, nunca aconteceu de eu ler um mesmo livro mais de uma vez...). Mas o que eu quero dizer é que tudo isso o que comentei são pequenos detalhes, completamente relevantes. Deu para relevar todas as partes negativas, e apreciar as positivas. Amei muito,muito, muito mesmo a forma como o romance entre St. Claire e Anna se desenvolveu. Foi muito meigo. Muito cuti-cuti, no bom sentido. Consegui mergulhar perfeitamente na estória, e me colocar no lugar dela. Senti as frustrações dela, as confusões que sentia em relação a um e outro... Senti a paixão que ela tinha por filmes. Foi uma boa experiência. :) E quero MUITO visitar Paris, algum dia. Depois que eu for para Londres e encontrar o Ben!!!! T_T auihauihauiahi.

Café e cinema


Joana D'Arc

Ontem eu estava procurando por blogs interessantes a seguir, quando me deparei com um não tão interessante, mas que indagava qual é a sua heroína favorita. O blog trazia várias imagens de heroínas dos quadrinhos. Eu nunca fui muito fã da mulher maravilha, mulher gato, bat-girl... Gosto bastante as moças dos X-man, mas não citaria elas como favorita. Joana D'Arc foi quem me veio em mente. Estranhamente. Gosto muito da estória dela, apesar de toda a religiosidade que a envolve. Não sei até que ponto da história é realmente verídica ou não, mas ela é uma figura que marcou minha memória, em particular. Quando eu era pequena, e estava na escola (segunda ou terceira série do primário) e um carro com alto falante costumava passar na rua falando de uma Joana D'Arc com tumor cerebral e pedindo ajuda financeiramente dos residentes da região para o tratamento dela. Ainda me lembro da inquietação que sentia quando ouvia o carro passar, quase todos os dias. 

Depois, de repente, ele simplesmente parou que correr pelas ruas e nunca soube o que aconteceu. Provavelmente a moça deve ter falecido, porque naquela época (me senti velha agora T_T) a medicina não era tão precisa quanto é hoje. Mas como eu disse, é algo que me marcou. O nome Joana D'Arc me dava medo. E eu nem sabia quem era esta figura. 

Alguns anos mais tarde, foi que soube da história da guerreira Joana e que morreu queimada numa fogueira em praça pública. Assisti aos dois filmes, com a Leelee Sobieski e a Mila Jovovich, ambos lançados em 1999 — sendo o da Leelee para tv, enquanto o da Mila foi para o cinema. As duas são ótimas atrizes, e é interessante notar como elas deram vida à personagem de modos diferentes. A Leelee é uma Joana mais doce, mais meiga e bondosa, enquanto a Mila já é mais agressiva. Mas as duas versões são ótimas e recomendo ambos os filmes. Os dois foram lançados em dvd aqui no Brasil. :)


Resolvi, então, procurar no site da Saraiva e Submarino por livros que conte a história da personagem. Sendo fatos reais, ou não, é um ótimo romance que conta a jornada da moça, no meio de uma guerra entre Inglaterra e França. Nascida em Domremy, Champagen, França em 1412, Joana morreu em Rouen em 31 de maio de 1431. O pai de Joana, Jaques D’Arc, era um fazendeiro e a moça nunca aprendeu a ler ou escrever. Quando tinha 13 ou 14 anos, Joana teve a sua primeira experiência mística. Ouviu uma voz chamando-a e acompanhada de uma luz. 

Achei um site que trata somente da história da Joana, super interessante. É bastante detalhado. O Donzela de Domremy.

Encontrei também pinturas que retratam a moça, por diversos artistas. Achei todos lindos e maravilhosos e resolvi trazê-los para cá. E achei um blog que fazia uma indagação interessante à respeito da igreja, que também resolvi trazer para cá, pois achei pertinente... 

"(...) toda a santidade pregada pela igreja fica onde no meio de histórias como essa (onde a própria igreja tem papel fundamental na condenação de uma pessoa - o que àquela época levava à fogueira - e séculos depois a canoniza) ?? Amar a Deus sobre todas as coisas serve só para os fiéis ??"

Acho que ele critica a atitude da igreja que condena, mesmo pregando que somente Deus tem o poder de condenar, julgar, e depois tenta desfazer o erro canonizando tudo quanto é gente. E me pergunto como alguém ainda pode ter fé na igreja! NOTEM: não estou criticando Deus, ou a religião. Estou criticando  a posição em que os fiéis colocam a igreja sem contestar nada do que ela faz ou diz, como se fosse verdade única... 

Mas enfim... fui de heroínas, memórias do passado e filmes até à igreja.. hehe.


Inspiração #1

...

Nenhuma dessas imagens me pertencem; foram retiradas de blogs alheios. Se por acaso você for o dono de alguma delas, e quiser que a retire daqui, é só me mandar uma mensagem, que tirarei imediatamente! ;)

Disclaimernone of these pictures belong to me. I just took it from some sites on the Internet. If by any chance you are the owner of any of them, and want to withdraw it from here, just send me a message, and I'll remove it immediately! ;) 

quarta-feira, 28 de março de 2012

Rorai Lendo




Ao pessoal de Roraim, a prefeitura de Boa Vista está com um projeto muito bacana de incentivo à leitura. 


"A Prefeitura de Boa Vista inicia nesta quarta-feira (28) mais um projeto de incentivo à leitura: o Rorai Lendo. A iniciativa é da coordenação da Biblioteca Municipal Professor Eloy Gomes, localizada no Parque Germano Augusto Sampaio, rua Carmelo, bairro Pintolândia.

O evento começará às 16h30 e será voltado para a comunidade, acadêmicos e alunos do ensino médio. Segundo Rosilane Marques, coordenadora da Biblioteca, o projeto acontecerá todo mês e terá um tema diferente a ser debatido. A primeira participação será do comunicador e poeta Roberto Basílio.

“O tema deste mês é Poesia e Literatura, o qual vamos falar sobre a importância de ambos, posteriormente será lido poemas. A idéia é incentivar a leitura e também fazer com que os participantes debatam sobre essa importância e dêem sua contribuição”, explicou Rosilane.
Ainda haverá a exposição de obras literárias para incentivar a leitura e empréstimo, que pode ser feito por aqueles que têm cadastro na Biblioteca. No término do evento, será servido um chá para os participantes."

Para mais informações, acessem o link BVNews.

Café, fotografia e curiosidades

 

Inspirada no post anterior, sobre literatura e chocolate, resolvi ir atras de algumas fotos relacionadas, e ainda achei algumas curiosidades bacanas sobre o café. :)

01 Em tempos, na Alemanha, o rei Frederico criou uma força especial conhecida como kaffee schnufflers, constituída unicamente por indivíduos que cheiravam o café em busca do produto, então ilícito.
02 Dorothy Jones, de Boston nos Estados Unidos, foi o primeiro negociante norte-americano de café. Passou-se em 1670 tendo obtido então uma licença para vender o café.
03 Na Grécia e na Turquia o café é servido em primeiro lugar aos mais velhos.
04 Os egípcios são grandes apreciadores do café sem qualquer aditivo. Não lhe juntam nem açúcar, nem leite. Normalmente bebem uma chávena de café, sem açúcar, pela manhã.
05 O “Procope” foi o primeiro café parisiense. Foi criado em 1689 por um vendedor de limonadas na reforma, François Procope. O café estava sediado frente ao Theatre Français, pelo que recebia durante o dia muitos actores e actrizes.
06 A kahveci é um pessoa habilitada a preparar o tradicional café turco.
07 O café foi originariamente introduzido na Costa Rica por um navegador espanhol de nome Navarro que o trouxe de Cuba.
08 O famoso compositor Rossini, mestre de grandes sucessos culinários, recorria ao café nos períodos de mais trabalho. Dele dizia com graça: “o café é assunto para quinze ou vinte dias, é só o tempo de escrever uma ópera”.
09 O filólofo Malehauche só admitia que se usasse o café como clister.
10 O grande gastrónomo Brillat-Savarin era um ferrenho apreciador de café. No seu livro a “Fisiologia do Gosto”, afirma a dada altura: “provei diversos métodos e de todos os que foram propostos até hoje, e com conhecimento de causa, fiquei-me pelo chamado método à La Dubelloy que consiste em deitar água a ferver sobre o café…”
11 Foi Melitta Benz, em 1908, quem, ao tentar filtrar café por um guardanapo de linho, teve a ideia de o substituir por papel mata-borrão colocado num recipiente perfurado.
12 Balzac era um inveterado consumidor de café e foi graças a ele que, segundo se diz, conseguiu elaborar a sua incomensurável obra. Foi também um estudioso dos efeitos e qualidades do café sobre o qual escreveu páginas que ainda hoje são memoráveis.
13 O povo que mais café bebe no mundo é o finlandês.
14 Diariamente bebem-se, a nível mundial, 500 milhões de chávenas de café.
15 Madamme La Palatine, cunhada de Luis XIV e inimiga pública do café afirmou que o cheiro deste era semelhante ao hálito do Arcebispo de Paris.”
16 “Satânica bebida” era o nome que a Igreja Católica, no princípio do século XVII, dava ao café, pretendendo inculcar nos espíritos que ele nada mais era que o Sangue de Satanás. (Só porque a bebida é preta ¬¬)
17 Um provérbio turco diz que “um bom café equivale a quarenta anos de amizade”.

Fonte: http://spg.sapo.pt/

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