quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Versões originais dos contos de fadas

Poucos sabem, mas versões originais que deram origem aos contos da disney, são completamente diferentes das que conhecemos (esse é outro post que dedicarei à Pimentinha, por que acho que tem mais a ver com o que falávamos, na verdade). Já há um tempo que eu pretendia trazer esse post para cá, mas não tinha arranjado tempo para buscar mais fontes e imagens, e, como disse no post anterior, acordei cedo e estou sem ter o que fazer. Enfim... Eu não queria citar a fonte de onde tirei as informações, por que descobri que o blog copiou tudo de outro, que copiou de outro, e assim por diante. Não queria ser injusta com a fonte original... mas resolvi deixar todos os links que encontrei, então, no final do post. Mas vamos ao que interessa.

Chapeuzinho Vermelho

A historia da menina que usa um capuz e capa vermelha ficou famosa mundialmente tornando-se a fábula mais contada de todos os tempos, desde a época medieval, quando a historia surgiu pelos ataques de lobos e supostos lobisomens famintos que sempre rondavam os bosques a procura de alimento. A versão que mais conhecemos, tem como chapeuzinho vermelho viva no final, escapando com sua avó das garras do lobo, mas em versões diferentes e mais antigas, não existia lobo, ele era uma metáfora assim como a cor da sua roupa para identificar o inicio de uma vida feminina, a passagem de criança para adulta. Tendo o capuchinho vermelho como significado para o ciclo menstrual da garota, e o lobo sendo os instintos sexuais mais selvagens que possam surgir em um humano, ou como um homem a procura de garotas na floresta.

No conto, Chapeuzinho Vermelho é enviada pela mãe para a casa da avó, com objetivo de entregar-lhe uma cesta de guloseimas, mas a avisa para não ir pelo caminho da floresta, pois lá mora um lobisomem muito perigoso. Teimosa, a garota resolve ir pela floresta, pois é mais perto, e ela chegaria à casa da avó muito mais rápido. Chegando a floresta, Chapeuzinho Vermelho encontra o lobisomem, que a faz perder tempo, e corre em grande velocidade para a casa da avó, chegando lá, ele a devora por partes, deixando o sangue da avó e alguns pedaços juntos para fazer a chapeuzinho vermelho comê-los quando chegasse até a casa.

Chegando lá, a garota bate a porta, e o lobisomem que já estava disfarçado de avó tranca a porta e começa o show de horror, até que a chapeuzinho janta a sua avó, pois o monstro havia preparado a carne da velha como uma sopa e depois a força se deitar com ele, trazendo assim interpretações sexuais para a história, e surgem as famosas frases imortais:

— Porque esses olhos tão grandes? — e então ela é respondida:
— Ó minha querida, são para te ver melhor
— Porque essas orelhas tão grandes?
— São para te ouvir melhor.
— E porque essa boca tão grande?
— É para te comer!

O lobisomem devora chapeuzinho, mas em versões mais antigas, ela consegue o seduzir com strip-tease, logo após foge, e em uma mais antiga ainda, ela consegue fugir, fingindo que vai defecar, no banheiro que existia fora da casa naquela época, e assim consegue escapar.


Branca de Neve


Na história original da Branca de Neve, a "madrasta malvada" (que em algumas versões não é madrasta e sim sua mãe original) não cai de um penhasco como é mostrado no final do filme da Disney. Ela, na verdade, é forçada a vestir sapatos de ferro em brasa e dançar até cair morta (coisa de louco, né?). Outra bizarrice nessa história é a idade da branca de neve. Na versão dos Irmãos Grimm ela tem apenas sete anos, ou seja, príncipes pedófilos eram normais naquela época. E ao invés de dar um "beijo de amor", o principie carrega o CORPO MORTO (ou adormecido, se vocês quiserem) da branca de neve para seu palácio, para que assim ela estivesse sempre com ele (isso pode ser considerado um tipo de necrofilia?). Depois de algum tempo, um de seus servos, cansado de ter que carregar um caixão de um lado pro outro, resolve descontar suas frustrações dando uma baita SURRA na branca de neve. Um dos golpes desferidos no estômago faz com que ela vomite a maçã envenenada e assim volte à vida. Mas de todas as mudanças feitas através dos anos, a mais sangrenta foi em relação ao coração da Branca de Neve. Nas histórias mais antigas a rainha não pedia ao caçador para trazer só ele. Ela queria também outros órgãos principais como pulmão, fígado etc... fora isso ela também queria um jarro com seu sangue (acho que o caçador precisou mais que um cervo pra resolver isso). Vocês devem estar perguntando: "pra que tudo isso?". Simples, ela queria JANTAR a branca de neve! Bizarro não!?

A Bela Adormecida

Essa sim tem um passado bizarro. Nas primeiras versões, ao invés de espetar o dedo numa agulha e cair desacordada, a bela adormecida tinha uma "farpa" encravada debaixo da unha. Parece uma mudança pequena, mas ela nos leva ao ponto que realmente importa. Nessa mesma versão, o príncipe não é tão encantado assim, e resolve, digamos... se satisfazer na bela ainda adormecida. Depois de satisfeito, ele simplesmente vai embora (o Budd do Kill Bill não foi tão inteligente e acabou morto). Nove meses depois, a adormecida dá luz a gêmeos que, em busca de leite acabam acidentalmente chupando o dedo dela, retirando assim a farpa amaldiçoada.

E a coisa não para por ai, o príncipe que a engravidou (estuprou) continuou voltando (se é que vocês me entendem) durante os nove meses. Quando ele chegou lá e encontrou a bela, já não mais adormecida e com duas crianças, ele decidiu se casar com ela (pelo menos isso, né?), mas ele não poderia levá-la ao seu castelo, pois sua mãe era uma OGRA! (o feminino de ogro é ogra?) que tinha o habito de comer qualquer criança que aparecesse em seu caminho.

Por isso ele esperou alguns anos até que seu pai morresse e ele virasse rei para aí então poder levar sua mulher para seu reino. E assim aconteceu, mas na primeira viagem que ele fez, sua mãe ogra resolveu fazer o que todo ogro tem que fazer: comer seus dois netos, e não satisfeita, também sua nora. Mas, com a ajuda do cozinheiro a bela acordada conseguiu se esconder até o retorno de seu marido (rei “half-ogro”), que quando ficou sabendo dos planos de sua mãe (ogra) mandou mata-la. Bunito né!?

Em outras versões, o príncipe na verdade já era rei, e a mãe ogra era a esposa do rei, o resto é bem parecido. A esposa ciumenta quer, como vingança, comer (no sentido alimentício) os dois filhos bastardos do rei, mas acaba sendo descoberta e é queimada viva numa fogueira. Moral da história, se você encontrar uma mulher desmaiada num bosque, se divirta e não volte nunca mais; ou, se você for uma ogra, não tente comer seus netos; ou ainda, se vocês for uma mulher adormecida no meio do bosque, use cinto de castidade, ou ainda, não espete seu dedo numa agulha amaldiçoada!


Cinderela

Esse é um dos contos de fadas mais antigos já registrados, e com a maior quantidade de variações também (+ou-700). Algumas versões envolvendo um peixe gigante no lugar da fada madrinha datam de 850AD! Em outras histórias a fada madrinha é na verdade uma árvore que nasce sobre o túmulo da mãe da Cinderela.

Uma das modificações mais brutais ocorre no momento em que as irmãs malvadas tentam calçar os sapatos de cristal para enganar o príncipe, numa versão bem bizarra da história, uma delas CORTA fora seus dedos do pé para vestir o sapatinho e assim enganar o príncipe. Mas ela é desmascarada pelos pássaros amigos da Cinderela, que mostram ao príncipe o sangue escorrendo pelos sapatinhos, e depois, como vingança, arrancam os olhos das duas irmãs que terminam suas vidas cegas e mancas.

Há ainda uma outra versão (na verdade, ela é tão diferente que alguns nem a consideram como uma versão e sim um tipo de CINDERELLA ORIGINS) onde a cinderela era filha de um rei viúvo (algumas vezes a própria Cinderela foi quem matou a mãe) que jurou nunca mais se casar, a não ser que encontre uma mulher tão bela quanto a falecida esposa, que tivesse os cabelos cor de ouro, e que conseguisse calçar os mesmos sapatos da finada (fetiche por pés sacou!?). Acaba que sua filha (cinderela) preenche todos os requisitos, como 2 e 2 são 4, nada mais lógico que ele se casar com a própria filha. Ela, por sua vez, na tentativa de fugir do casamento com seu próprio pai velho, barrigudo e incestuoso, foge pelo mar num armário de madeira (eu também achei estranho mais fazer o que, os caras eram criativos oras), no final ela consegue fugir, mas acaba do outro lado do mundo trabalhando como escrava na casa das irmãs malvadas, e daí pra frente começa a historia que vocês conhecem.


João e Maria

Essa por si só já é assustadora, afinal, um pai que larga os filhos na floresta para morrer de fome não é lá o tipo de coisa que se lê para crianças certo!? Mas, numa versão mais antiga, a madrasta má, que pressiona o marido a lagar seus filhos na floresta, e a bruxa má são a mesma pessoa. Achei isso bem esquisito, mas as duas personagens tem personalidade bem similar. Outra alteração feita durante os anos foi com relação à própria bruxa que, em certa versão da história, na verdade é um casal de demônios, e ao invés de cozinhar João, eles querem estripa-lo num cavalete de madeira.

Quando o demônio "macho" sai para uma caminhada, a "demônia" manda Maria ajudar João a subir no cavalete, assim, quando seu marido voltar, tudo já estaria preparado. A esperta Maria finge não saber como colocar João deitado e pede para a "demônia" mostrar como se faz. Quando ela deita no cavalete, João e Maria a amarram ela e rapidamente cortam sua garganta. Depois fogem levando o dinheiro e a carroça do pobre casal de demônios.


O Flautista de Hamelin

Nessa historia, um tocador de flautas mágico é contratado por uma cidade para livra-la de uma infestação de ratos. Ele cumpre seu papel, mas quando volta para receber seu tão suado dinheirinho, a cidade se recusa a pagar. Daí, como vingança, ele usa os poderes de sua flauta para raptar todas as crianças da cidade e só as devolve após receber seu pagamento. Até aqui tudo bonito, mensagem positiva e uma moral no fim da historia. Mas, o conto original não é bem assim, nele, o encantador não devolve as crianças depois de receber da relutante cidade. Na verdade ele faz com que elas todas se afoguem num rio. E, em algumas versões ainda mais antigas, há referencias a pedofilia em massa dentro de uma caverna escura.


A pequena sereia

A grande diferença nesse conto está em seu final. Ao invés de se casar com o príncipe e viver feliz para sempre, a pequena sereia na verdade é abandonada por ele logo após ela beber a poção mágica que lhe transforma em mulher. Mas, como tudo tem seu preço, a poção tem um pequeno efeito colateral: durante o resto de sua vida a pequena ex-sereia iria sentir uma dor tremenda nos pés, como se eles estivesse pisando constantemente em facas. Vendo a traição, alguém (juro que não consegui descobrir quem) oferece um punhal para que ela tenha sua vingança. Mas, ao invés disso, ela pula no mar e "morre" se dissolvendo em espuma. Bom, comparado com a chapeuzinho vermelho, essa é até bem tranqüila.


A Bela e a Fera

O tema e a moral são basicamente os mesmos em todas as quase 200 versões desta narrativa popular que, segundo historiadores, pode ter suas origens no início da era cristã. As primeiras passagens da história de "A Bela e a Fera" da forma oral para a escrita foram feitas pelo italiano Gianfranceso Straparola e pelos franceses Charles Perrault e Gabrielle-Suzanne Barbot de Gallon de Villeneuve, entre os séculos 16 e 18. Dentre as versões que vieram da tradição oral, uma delas retrata a Fera como um monstro em forma de serpente. Na verdade, sua aparência é o resultado de uma maldição que será quebrada graças ao amor da Bela. Quando isso acontece, a Fera volta a ser um príncipe. E é nessa condição que ele faz um das mais polêmicas confissões em um conto de fadas: a de que ele ganhou a aparência de serpente como uma maldição por ter seduzido uma órfã. Pedófilo confesso, ele foi perdoado e aceito pela pura e virginal Bela.

A Princesa e o Sapo


Se a Bela Adormecida foi estuprada em vez de ganhar um beijo, o príncipe que virou sapo também passou por apuros. Enquanto a versão infantil mais recente conta que ele ganhou um beijo da princesa para quebrar o feitiço, a primeira versão coletada e transcrita pelos irmãos Grimm mostra que ele só voltou a ser príncipe após a princesa, cansada de ver aquele ser repugnante por perto, atirá-lo com força contra a parede. Naqueles tempos, os irmãos Grimm provavelmente não imaginavam que jogar um anfíbio na parede seria no futuro considerado inapropriado para uma historinha infantil. Na narrativa imortalizada por eles, tudo começa quando a princesa perde um de seus brinquedos e encontra um sapo falante que promete ajudá-la. Após achar a bola da princesa, o sapo vai morar com ela. Mimada e irada, ela não pensa duas vezes em lançá-lo contra a parede em um dia de fúria. Violência que parece ter valido a pena ao devolver-lhe a condição de príncipe.

.....

E é isso. Num desses sites, de onde retirei os textos, cita um outro site com mais contos. Só que estão em inglês. Quem sabe, um dia, eu traduzo eles... Esse é o site, para quem tiver interesse: http://www.pitt.edu/~dash/grimmtales.html

Fontes: Misterios FantasticosMitologias e Misterios e Nerds Somos Nozes

Contos de Fada


Eu já comentei antes que sou fã dos desenhos da Disney, sobre contos de fadas, certo? Ontem eu estava falando com a Pimentinha (vou dedicar esse post a ela :3) que estava escrevendo um artigo sobre mitos e lendas, e comentei que adoro ler coisa do tipo. E hoje, acordei às 6:50 (por motivos que prefiro não comentar) e passei a manhã catando alguma coisa interessante na internet, quando me deparei com um blog trazendo fotos muito bacanas de um série retratando atores/modelos/cantores americanos em cena de algum conto de fada. As fotos são muito lindas (são antigas, na verdade. Eu já tinha visto algumas dela há algum tempo), e resolvi trazê-las para cá. Infelizmente o site não cita o autor das fotos. :/ As fotos são obras da fotógrafa Annie Leibovitz.





Em ordem:

Scarlett Johansson, Cinderela 
Rachel Weisz, como Branca Neve 
David Beckham, como Príncipe Phillip do conto da Bela Adormecida 
Roger Federer, como Rei Arthur 
Julie Andrews, como a Fada Azul de Pinóquio 
Gisele Bundchen como Wendy de Peter Pan (se não me engano, esse Peter Pan é o fotógrafo. Só não lembro o nome do cara..)
Jennifer Lopez como princesa Jasmine e Marc Anthony como Aladdin 
Zac Efron e Vanessa Hudgens, A Bela Adormecida 
Jéssica Biel como Pocahontas 
Michael Phelps e Julianne Moore, em Pequena Sereia 
Whoopi Goldberg, como o Gênio do desenho Aladdin 
Beyonce, como Alice no País das Maravilhas 
Olivia Wilde, como a Bruxa má da Branca de Neve e Alec Baldwin como o espelho
Penélope Cruz e Jeff Bridges, como a Bela e a Fera
Queen Latifah, como Úrsula de A Pequena Sereia 

Fonte: Fottus

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Tutorial: Fazendo a boca de boneco


Título esdrúxulo, mas enfim... alguém me pediu, num dos posts passados, como eu fiz a boca na capa da minha nova fic original. Pois bem, é sobre isso que tratarei aqui. :) é super fácil e prático.
Vamos lá...

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Manipulação

Pra quem gosta de mexer no photoshop, e do Ben-tudo-de-bom-Barnes, encontrei a pouco um vídeo no youtube muito bacana. Eu estava catar um vídeo específico de uma campanha que ele participou para a Vogue, eu acho, e acabei encontrando isso. ( E não achei o que eu queria T_T) Eu achei que ela iria mudar o cabelo dele também, mas infelizmente isso não aconteceu (ainda preciso aprender como mudar moreno para loiro, sem que fique verde ¬¬). Mas de qualquer forma vale a pena dar uma olhada no vídeo. Apesar de ela mostrar tudo muito rápido, dá pra termos uma noção básica do que ela (ou ele, não sei) está fazendo.

A dona do vídeo deixou na página o endereço para as manipulações que ela faz no deviantart. http://nebeldarkened.deviantart.com/gallery/  Eu dei uma checada, tem bastante coisa bacana. ;)

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Livro: Nascida à Meia Noite



Meu 5º livro do ano. Só demorei mais para postar alguma coisa aqui, por que, na verdade, eu estava lendo outro livro, que acabei deixando pela metade. Mas ainda o finalizarei! o/ Bom, vamos à sinopse.

Kylie Galen está na pior. Seus pais vão se divorciar, seu namorado acaba de romper com ela e, uma noite depois de ser presa por estar na festa errada, com as pessoas erradas e na hora errada, sua mãe a manda para Shadow Falls -um acampamento para adolescentes problemáticos, localizado numa cidade chamada Fallen no meio de uma misteriosa floresta, e isso muda sua vida para sempre. Poucas horas depois de chegar, ela descobre, assustada, que seus colegas não são apenas "problemáticos". Kylie nunca se sentiu normal, mas também não se considera uma daquelas aberrações paranormais. Ou será que é? Em Shadow Falls, vampiros, lobisomens, metamorfos, bruxas e fadas aprendem juntos a desenvolver seus poderes, controlar sua magia e viver no mundo normal.

No entanto, as coisas tomam um rumo diferente quando Derek e Lucas entram em cena. Derek é um fae que possui poderes mágicos e quer a todo custo namorar a Kylie, e Lucas, um lobisomem com quem ela partilha um passado secreto.

De início, tudo o que Kylie deseja é sair de Shadow Falls e voltar para casa. Porém, com Derek e Lucas ocupando um lugar cativo em seu coração, e depois de descobrir que ela própria tem estranhos poderes, talvez sua vida nunca mais volte a ser a mesma...

Bom, a estória começa com uma breve introdução dos problemas da personagem central, mostrando os pais discutindo. Eu estava pensando com meus botões... Isso é uma coisa bastante comum. Em Crepúsculo, Bella também sofria com a separação dos pais... E tem mais algum outro livro que eu li, que a personagem também tinha o mesmo problema. Mas acho que tudo bem, por que quando se é adolescente esse é o único problema que enfrentamos mesmo. Além de draminhas entre amigas e meninos, né. :D Mas enfim, não tenho muito o que falar sobre esse livro, além de que a leitura fluiu super bem, com uma linguagem típica de livros infato-juvenis. O que é estranho, na verdade, se pararmos para pensar que ele é classificado como adulto, na verdade. Mas sinceramente, não vi nada demais na estória. Houveram apenas algumas roçadas de peitinhos, alguns peguinhas aqui e ali, uns beijos de língua, e pronto! Hehe. Acho que a série do House of the Night foi mais quente. Teve a guria aquela fazendo sexo oral no bonitão e a outra que metia a mão da calça do namorado... Mas enfim...se eu for considerar que é uma estória adulta, vou esculhambar com a autora! Para um adulto, estava MUITO fraco. Não tem violência (não aquela jorração de sangue, e mortes brutais), nem linguagem inapropriada. Todo mundo fala "peitos", certo? De qualquer forma, adorei ler (super contraditória, eu sei). Adorei os bonitões, que apareceram e tal. >:D A estória parece ser mais complexa do que foi mostrado nesse primeiro volume da série, e isso me animou bastante.

Ah, lembrei de outro ponto MUITO importante que percebi. A história tem um "q" de Supernatural com X-man. Aparecem coisas sobrenaturais, como fantasmas e pessoas com poderes para se metamorfar. Além disso, o acampamento em que Kylie é mandada no início, serve para que os adolescentes aprendam a aceitar quem são, controlar e desenvolver suas habilidades. Apesar de não terem salas bacanas de treinamento, como tinham na escola do professor Xavier, isto é. O ponto fraco da estória, inclusive, eu diria que foi esse. Como diabos as criaturas se desenvolviam? Tudo o que explica na estória são que as conversas que eles tinham com a instrutora do acampamento servia de prática. Achei meio fraco, esse ponto. Mas uma coisa que gostei bastante, é que a personagem não ficava choramingando muito seus problemas, como em quase todos os outros livros do gênero que eu li. Ela choraminga um pouco sim, mas em momentos propícios, penso eu. Além disso, dou mais um ponto positivo pelo mistério que ele mantém. Algumas questões que aparecem durante o enredo são esclarecidas, mas outras não. Então, só posso esperar para que o segundo livro seja melhor ainda! :D

Ventriloquo



Mais alguém aqui se interessa por histórias originais, com o sobrenatural como tema? Acho que por ler tantos livros sobre o assunto, e ainda sou fãnzona da série Supernatural (assisti a todos os episódios já lançados) acabei me inspirando para escrever algo do gênero também. Na verdade, eu já tinha postado ela no Nyah, por que comecei a escrever há quase um ano, talvez, mas nunca passei dos 10 capítulos. Aí tive outras idéias e resolvi tirá-la do site (coisa que sempre evito fazer), e meio que reconstruí toda a estória, mudando um bocado do enredo. Pretendo manter o que havia escrito antes, mas o apresentarei mais adiante. Na verdade só troquei o início.

Bom, a sinopse, por enquanto, seria a seguinte:

Emily é uma adolescente que é mandada para o instituto psiquiátrico Woslon, por que seu pai achava que seus problemas fossem muito mais complicados, a ponto de um simples castigo ou um longo sermão não serem capazes de resolver. Ela lamenta o distanciamento do pai, do irmão, e da melhor amiga, mas logo muda de idéia ao se deparar com o forte cheiro de testosterona e mistério que pairava no ar. Mas além de lidar com tudo isso, mais o desaparecimento da mãe, ela descobre que o mundo gira a sua volta muito mais rápido do que imaginava. Nessa instituição, Emy conhece alguns pacientes que tentam fazê-la abrir os olhos para aquilo que nem tudo o que acreditava ser, realmente era. E descobre que todos estão loucos por um único motivo. E então, se vê no, talvez, maior dilema da humanidade. O que é certo e o que realmente é errado? Quem mente, e quem diz a verdade? Seu choque com a realidade, no entanto, aumenta quando descobre que não ela passava de uma boneca, nas mãos de alguém muito próximo.

É clichê? É, não tem mais como não ser, se tratando do sobrenatural, eu acho. Mas tentarei inovar acrescentando alguns conceitos, com o enredo diferente, além de tentar explicar cientificamente alguns fatos sobrenaturais. Ou seja, a estoria é meio ficção científica também (e isso significa que contém explicações científicas, mesmo que não sendo reais). Bom, ela está sendo escrita em primeira pessoa, e contém um prólogo que se passa numa época passada, para então começar numa época mais atual. Também contém violência, romance, drama, ação, mistério e séquiso. :D 

Eu pus mais abaixo as fotos das personagens principais, só pra matar tempo mesmo. Eu só preciso ver bem ainda de quem vou mudar a cor do cabelo, que não fiz ainda... Enquanto isso, estou na dúvida sobre as capas. Como podem ver, tenho 3, mas estou pensando em fazer outra. Acho que não gostei de nenhuma das três.

.......
Personagens


Emily
(Susan Coffey)


Samuel
(Stas Svetlichnyy)


Melissa
(Marion Raven)

Benjamin
(Arthur Sales)


Derek
(Danny Schwarz)


Sofia
(Dakota Fenning)


Aniel
(Saoirse Ronan)


Evan
(Bruno Udovic)

Alec
(Ben Barnes)

Alex
(Jared Padalecki)


Parker
(Gabriel Aubry)


Adele
(Aya Ueto)

Ele — ou Thomas
(Robert Sheehan)
...
OBS: Sim, o Ben está aqui também T_T. E sim, os olhos dele foram alterados por um propósito que será explicado na estória. Na verdade eu não pretendia colocá-lo aqui, mas a tentação foi enorme.  Não consegui me desfazer da idéia de que ele tinha que ser o Alec. T_T O Alec e o Alex, são irmãos, por isso escolhi o Jared Padalecki também. O cabelo são meio parecidos, né?... eu acho.. Enfim. Talvez, alguns reconheçam também o Arthur Sales (o Neji, na incógnita). Ele, aqui, será o protagonista secundário (se é que existe isso...). Mais tarde eu coloco os nomes reais destas pessoas. 


Acho que vou ficar com essa capa. É mais limpa, a guria da foto é a mesma que uso para ser a Emily, e gostei da expressão dela aqui.


Disclaimer
: As imagens são meramente ilustrativas. Servem somente como mera representação física(realista) dos personagens. Nenhuma destas pessoas possui vínculo algum com o texto. 

...

E aqui, as imagens referentes ao Bunker em que a Emily se refugiou, logo após a fuga do hospital. Só para terem uma idéia de como seria o lugar.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Filme: Como Treinar o seu Dragão



Mais alguém aqui sentiu um "q" de E.T nessa capa? Hehe.

Bom, uma amiga me indicou esse filme. Ela disse que era muito engraçado e muito divertido e que eu iria gostar. Bom, lá foi a tia Amanur catar o filme para ver. Até porque, adoro animações. Tenho todos os desenhos da disney no pc! T_T Além disso, como já havia dito antes, eu ando vendo e lendo tudo quanto é comédia para ver se me inspiro novamente a escrever comédias. 

Bom vamos lá à sinopse (retirado do CineClick) que é curtinha mesmo:


Soluço é um viking adolescente que não combina muito bem com a longa tradição de sua tribo de heróicos matadores de dragões. Seu mundo vira de cabeça para baixo quando ele encontra Banguela, um dragão que desafia tanto ele quanto seus amigos a encararem o mundo a partir de outro ponto de vista. 

FICHA TÉCNICA

Diretor: Dean DeBlois, Chris Sanders
Elenco: Vozes originais de Gerard Butler, Jonah Hill, Jay Baruchel, America Ferrera.
Produção: Bonnie Arnold
Roteiro: William Davies, Dean DeBlois, Chris Sanders, baseado no livro de Cressida Cowell
Fotografia: - Animação -
Trilha Sonora: John Powell
Duração: 98 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Animação
Cor: Colorido
Distribuidora: Paramount Pictures Brasil
Estúdio: DreamWorks Animation / Mad Hatter Entertainment / Mad Hatter Films / Vertigo Entertainment
Classificação: Livre


Pois bem, o filme se trata, na verdade, de uma adaptação de uma série de livros. De acordo com algumas criticas que andei lendo antes de ver o filme, no entanto, a animação não tem nada a ver com a estória da série. Teve uma menina que elogiou tanto os livros que fiquei com vontade de ler. Quem sabe, eu os compre. É uma série com seis livros, que já encontrei no mercado livre a um bom preço. u.u

Mas voltando ao filme... Devo dizer que começa super bem, com bastante ação. E isso é um ponto mega positivo, ao meu ver, por que já prende o espectador desde o início. Ficamos com a cara grudada na tela, vendo o que está acontecendo, sem saber o por que. E no meio de toda aquela pancadaria que mostra, a personagem principal, Soluço (Hipcup, em inglês; e sim, esse é o nome dele), vai nos dando uma breve apresentação da sua história; ele vai apresentando seu passado, entre outras personagens importantes. 

Bom, ele pertence à uma tribo de Vikings desbravadores, caçadores de dragões, e seu pai é considerado o líder da tribo por ser o melhor caçador. E com isso, lhe vem o fardo da obrigação em suceder o título do pai. Só que Soluço é um tanto quanto desajeitado. Ele é atrapalhado, desengonçado, tímido, magricelo... ou seja, não preenche de maneira alguma os requisitos. Quando me dei conta disso, pensei: putz, que clichê! 89% das personagens de animações começam com uma personagem assim que, ao final, se torna magicamente o herói fodástico (com o perdão da palavra), né? Mas tudo bem, continuei vendo o filme. 

Seu pai sai numa missão para encontrar o ninho dos dragões, e Soluço fica em casa, com a missão de aprender a caçar dragões. Fica a encargo do melhor amigo do pai de Soluço treinar as criança. Um cara barbudo, perneta, que tem um método muito... exótico, digamos assim, de ensinar as crianças. Pois veja, o cara soca as crianças numa espécia de jaula, enoooooorme, e solta dragões perigosos lá dentro. Mas tudo bem, acho que é tudo admissível, por que, afinal, os Vikings nunca foram pessoas amáveis mesmo. Durante esse treinamento, fica mais do que provado que Soluço não é um caçador de dragões. Apesar disso, no entanto, ele sonhava em ser. Pois ele queria que seu pai sentisse orgulho dele, e queria fazer parte da tripo; já que, sendo como era, Soluço era meio excluído. Nisso, então, a personagem se mostra muito inteligente, meio engenheiro. Pois além de fabricar e afiar lâminas de espadas, entre outras armas, ele consegue construir coisas. E assim, Soluço constrói uma arma para agarrar o dragão mais temido, e menos conhecido de todos. E claro que o menino desajeitado, desengonçado consegue. Por que não haveria de conseguir? ¬¬ 

Enfim, o dragão cai numa parte da floresta perto da tribo, e então, Soluço vai, aos poucos, criando um vinculo com o dragão. Ele acaba descobrindo que seu povo é que são os selvagens, não os dragões, que atacam somente quando são atacados, para se defenderem. 

Bom, não vou contar o resto para não estragar a surpresa. Só digo que ele vai superando seus problemas, como esperado, entre aventuras e reconciliação com os amigos que o menosprezava, até chegar ao final. E o final, confesso, fiquei bastante contente com ele, por que ocorre uma tragédia com o Soluço, apesar de ele ficar bem. Foi tão esperado quando inesperado. Quem já viu, deve saber do que estou falando. 

A trilha sonora foi bacana, apesar de não ter ficado na memória. Mas acho que ela foi bem condizente com as cenas, pelo menos. Sem falar na qualidade da arte, que achei muito bem feito. Vejam só a textura do dragão nessa foto abaixo! Isso deve ter dado mó trabalho! T_T ou não... aiuhauiahi Não sei, só sei que gostei bastante. Infelizmente não vi no cinema, pois ele é em 3D, mas imagino que não perdi muito. Tenho um pé atrás com essa tecnologia, apesar de saber que ela é uma criança ainda. Ainda há muito o que ser desenvolvida; a coisa só está começando. Daqui a uns cinco, dez anos, quem sabe...

Ah, eu assisti o filme com legendas de português de Portugal, e eles não traduziram os nomes das personagens. Mas sei que parecem ser a coisa mais esdruxula. Bem, já percebemos por Soluço, né. Num blog que li, vi que alguns deles são: Bafoca de Maluquício, Perdido, Cabeça quente Júnior, Perna de peixe, Espinha de porco, Melequento e Bocão Bonarroto... Hehe. Bem coisa de Viking mesmo. Acho que eles caracterizaram super bem as personagem, com relação a isso. Há, inclusive, algumas referencias à cultura Nórdica, de acordo com o CineClick.

Mas com relação, então, à comicidade, não sei sou eu que ando séria demais, ou se realmente ele não foi engraçado. Não ri em momento algum! Achei o filme super fofo, sim, mas engraçado, não. Agora, se eu recomendo? Para quem gosta de animação, e ação, recomendo sim!  :) Ah, eu bem que queria ter um dragão desses pra mim! *_* já ia me esquecendo de mencionar que o nome dele é Banguela! Olha que coisa mais fofa! *_* Quando ele tá mansinho, quieto, os dentes dele se retraem, deixando-o banguela — dai o nome que Soluço deu pra ele. Muito fofo, né? :3



terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Escrevendo Comédias


Ganha um pirulito imaginário quem descobrir a quem pertence esse sorriso lindo, maravilhoso e perfeito! XD Ok, aqui vai uma dica: Começa com Ben, e termina com Barnes! :D 


Bom, muita gente andou me perguntando por que eu tinha parado de escrever a Incógnita e, repetindo pela 4.524.532.564.567.895.445.678 vez, eu digo: o gênero comédia é o mais difícil de se escrever, por incrível que pareça. Por que além de o escritor necessitar de uma boa dose de Besteirol, 45gm no armário, é preciso levar em conta que o público tem senso de humor diferentes. O que eu acho engraçado, Fulano pode não achar, e assim por diante. Eu mesma já vi gente comentando que rebolou de tanto rir em partes que eu não achava a menor graça! E tem mais! Uma piadinha já feita antes, não exerce o mesmo efeito duas vezes. 


Mas voltando à razão pela qual decidi criar esse post, como alguns já sabem, voltei a escrevê-la depois de muito ler drama. Eu pensava em me dar um tempo para esfriar a cabeça, por que andava pensando muito sobre a estória e não estava mais conseguindo pensar direito na continuação, e muitas vezes uma pausa é necessária. Esses dias, vi lá no Nyah que já faz mais de um ano que estou escrevendo aquela fic. UM ANO!!!! T_T Eu já disse a muitos de vocês o quanto amo aquela estória; me permite viajar na maionese como nenhuma outra estoria minha fez, e por isso ela se tornou tão longa. Mas como eu ia dizendo, ler drama, no fim das contas, não me ajudou em nada. Porque por influência, acabei me tornando mais séria, digamos assim. :S E para quem escreve comédia, isso é péssimo. Então aqui vai mais uma dica: se você quer se tornar um escritor de comédias, se foque em ler somente comédias. Se você quer se tornar escritor de drama, leia somente dramas... e assim sucessivamente. Só para vocês terem uma noção do meu problema, reli alguns capítulos da primeira temporada e fiquei horrorizada. Antes, eu me divertia à beça escrevendo o texto, e achava graça em quase tudo o que eu escrevia. Mas relendo, me revoltei com a quantidade de idiotices que perderam a graça. E achei minha escrita um cocô! Como eu escrevia mal!!!! MUITO mal. 


Tudo culpa dos dramas que venho lendo!


Mas lembrem-se, comédias realmente necessitam de uma linguagem mais rápida, sem muitas firulas, metáforas bonitas. O leitor não deve pensar muito a respeito do que se está sendo apresentado. Ele precisa entender rápido o que está sendo dito, se não, perde a graça.


Bom, tendo em vista meu mais novo problema... comecei a catar filmes, livros, fics, vídeos e blogs de comédia. Inclusive, se alguém tiver algo a me indicar, ficarei super grata!


Acho que está dando resultado. 


Então, resolvi catar algumas dicas de como escrever comédias, também. Pois confesso que tudo o que sei vem somente da experiência. Nunca tinha parado para pesquisar nada sobre isso.


Chega de enrolação. Vamos ao que interessa.



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